Muitas fantasias marcaram o primeiro jogo do Brasil no Mané Garrincha. Algumas se destacaram principalmente pela criatividade.
Uma festa à fantasia, fita crepe e esparadrapo. Foi assim que o contador Sérgio Izalci customizou o “Hulk”. Com os adesivos brancos, ele criou um símbolo da fornecedora de materiais da seleção, colou o escudo da CBF e escreveu o apelido do camisa 7 da seleção brasileira.
“Eu já tinha a fantasia guardada havia muito tempo e aproveitei a oportunidade, sabendo que o Hulk vai marcar uns três gols hoje (ontem)”, apostou, erroneamente.
Por uma ventilação que aproveita a brisa natural do lugar por onde passa, a fantasia literalmente se inflava, dando a impressão dos músculos do personagem.
Além do Hulk, “O Máskara” também distribuiu simpatia nos portões do Mané. Osmar Oliveira queria inovar e conseguiu. De verde e amarelo (cores do personagem), o servidor público viu uma pequena fila se formar apenas para tirar foto.
“Procurei na internet algo diferente e que tivesse as cores do Brasil. A fantasia eu aluguei, mas a gravata e a blusa de dentro são minhas mesmo”, conta. Ele pagou R$ 80 no aluguel da roupa.