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Futebol

Torcedores da seleção brasileira ficam na alegria e na tristeza

Arquivo Geral

10/07/2014 7h41

Jéssica Antunes

jessica.antunes@jornaldebrasília.com.br 

 

Foto: Matheus OliveiraGilmar Rosa de Oliveira, de 38 anos, vestiu a camiseta verde e amarela da Seleção Brasileira, ontem pela manhã. A ideia, disse, é mostrar que “é possível seguir em frente”. Ele foi um dos poucos brasilienses vistos usando a   camisa da seleção canarinho. A quinta maior goleada da história das Copas  parece ter deixado os brasilienses de ressaca. Agora a expectativa é que um terceiro lugar diminua a tristeza que tomou conta da capital – e do resto do País. 

O administrador Tássio Queiroz, de 23 anos, tem ingressos para a partida do sábado. “Eu até pensei em vender depois da derrota, mas vou ao estádio dar apoio à seleção”, conta. Apesar de acreditar que o Brasil não teria condições de conquistar o título, confiava na equipe. “O placar foi muito pesado. Ainda está difícil de digerir”, assume. Mesmo assim, espera ver uma boa disputa pelo terceiro lugar. 

volta por cima

“Bola pra frente! Vamos retomar o foco, a confiança e garantir pelo menos essa vitória”, pede o auxiliar de limpeza Gilmar. Ele é acompanhado por Emerson Martins, de 39 anos, que acredita que é possível superar a decepção: “A gente sempre cai, mas depois levanta”. 

A designer de interiores Nayara Fernandes, 22 anos, também estará no Mané Garrincha. Ela comprou os ingressos no primeiro lote de sorteios e tinha certeza de que não veria o Brasil nessa partida. Mesmo assim, garante que vai torcer como se fosse uma final. “Espero que, diferente da partida contra a Alemanha, o Brasil jogue bem.”  

O segurança Emerson torcia para a Argentina ficar pelo caminho, mas o time de Messi chegou à final. “Eu não quero é que os hermanos sejam campeões na nossa casa”, admite. Agora, só resta torcer pela Alemanha, no próximo domingo.

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