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No Palmeiras desde 1995, quando passou nos testes para jogar na equipe sub-12, o goleiro Diego Cavalieri se prepara para mais uma partida como titular do clube, no domingo. Tudo normal não fossem duas coisas: clássico contra o rival Corinthians e a presença de Marcos no banco de reservas. O camisa 1 está recuperado de uma fratura no antebraço e, até o final do ano, ficará como segunda opção para a posição.
Sob a sombra de um pentacampeão e um dos maiores ídolos do clube, Diego ignora a pressão. “Não vai mudar em nada. A cobrança é a mesma. O Marcos é uma pessoa que me ajudou muito. Continua ajudando. A gente se respeita e tenho certeza de que ele vai estar torcendo por mim, assim como aconteceria se fosse eu no banco”, destacou.
Apesar de admitir que ser titular e ver Marcos no banco é uma situação estranha e excepcional, Diego esbanja confiança em seu trabalho. “Desde o ano passado eu fui bem claro. O Marcos é um dos maiores ídolos do clube em todos os tempos. Se ele estiver em 100% das condições e quiser voltar, vou acatar a reserva. Continuo fazendo o meu trabalho da mesma forma e minha cabeça está focada apenas em defender da melhor forma o Palmeiras”, ressaltou.
Mesmo assim, as constantes questões envolvendo o seu futuro no Verdão cansaram. “Faz um ano que eu venho fazendo a mesma coisa (risos). Tenho orgulho de fazer parte de um grupo que conta com o Marcos. Ele é amigo, companheiro e sei que se a torcida gritar o nome dele, é por tudo o que seu nome representa para o clube”, destacou.
Futuro que pode envolver até uma transferência para o futebol europeu. Enquanto isso, cabe ao camisa 12 ofuscar os holofotes que Marcos atrairá, mesmo fora do show.
“A pressão é grande em qualquer, ainda mais em clube grande, na posição de goleiro. É colocar as coisas positivas dentro de campo, esquecer as críticas e os problemas fora dele. O foco precisar estar antenado com o que o treinador quer. Sempre me dediquei muito aos treinadores” concluiu.
Sob a sombra de um pentacampeão e um dos maiores ídolos do clube, Diego ignora a pressão. “Não vai mudar em nada. A cobrança é a mesma. O Marcos é uma pessoa que me ajudou muito. Continua ajudando. A gente se respeita e tenho certeza de que ele vai estar torcendo por mim, assim como aconteceria se fosse eu no banco”, destacou.
Apesar de admitir que ser titular e ver Marcos no banco é uma situação estranha e excepcional, Diego esbanja confiança em seu trabalho. “Desde o ano passado eu fui bem claro. O Marcos é um dos maiores ídolos do clube em todos os tempos. Se ele estiver em 100% das condições e quiser voltar, vou acatar a reserva. Continuo fazendo o meu trabalho da mesma forma e minha cabeça está focada apenas em defender da melhor forma o Palmeiras”, ressaltou.
Mesmo assim, as constantes questões envolvendo o seu futuro no Verdão cansaram. “Faz um ano que eu venho fazendo a mesma coisa (risos). Tenho orgulho de fazer parte de um grupo que conta com o Marcos. Ele é amigo, companheiro e sei que se a torcida gritar o nome dele, é por tudo o que seu nome representa para o clube”, destacou.
Futuro que pode envolver até uma transferência para o futebol europeu. Enquanto isso, cabe ao camisa 12 ofuscar os holofotes que Marcos atrairá, mesmo fora do show.
“A pressão é grande em qualquer, ainda mais em clube grande, na posição de goleiro. É colocar as coisas positivas dentro de campo, esquecer as críticas e os problemas fora dele. O foco precisar estar antenado com o que o treinador quer. Sempre me dediquei muito aos treinadores” concluiu.