O técnico Miguel Herrera já se preveniu para a possível ausência do atacante Hulk na Seleção Brasileira no jogo desta terça-feira, no Castelão. Após comandar o último treinamento de sua equipe para a partida, o comandante mexicano garantiu que analisou todas as alternativas do colega Luiz Felipe Scolar para suprir o desfalque do jogador.
“A verdade é que só amanhã saberemos quem jogará. Mas analisamos todos os homens que poderão estar lá. Já sabemos como eles jogam”, avisou Herrera, apostando as suas fichas em um atleta em especial. “Se falarmos de um Ramires, joga no Chelsea. Ou seja, qualquer um dos substitutos tem excelente qualidade. Deveremos prestar atenção em quem quer que seja.”
Além de Ramires, Felipão conta com o também meio-campista Willian e com o atacante Bernard como possibilidades para colocar no lugar de Hulk. O titular sentiu um incômodo na coxa esquerda no domingo (não foi constatada lesão muscular) e não treinou na segunda-feira.
Conhecendo bem a Seleção Brasileira, Miguel Herrera foi elogioso com todos os comandados de Felipão. Defendeu o lateral direito Daniel Alves de críticas sobre uma suposta fragilidade na marcação, e definiu o meia Oscar como o melhor da vitória por 3 a 1 para a Croácia para argumentar que a força do Brasil não se resume a Neymar. Nem por isso deixou de ter ambição.
“Sabemos que o Brasil possui uma equipe muito importante, de história. Mas espero que possamos marcar o primeiro gol do jogo e fazer melhor do que a Croácia, que permitiu que o adversário se recuperasse. Estaremos muito dispostos e concentrados”, prometeu Herrera.
Sem mistério
Se Felipão não confirmou a escalação do Brasil por causa da dúvida em relação a Hulk, Miguel Herrera abdicou do suspense. O técnico mexicano comandou um treinamento fechado à imprensa no princípio desta noite, porém garantiu a repetição da formação da estreia.
Assim, o México terá o seguinte time contra o Brasi: Ochoa; Rodríguez, Héctor Moreno e Rafa Márquez; Aguilar, Herrera, Vásquez, Guardado e Layún; Giovani dos Santos e Peralta.