O Corinthians acertou a contratação do meia Ailton justamente depois de preparar a transferência de Willian para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. No entanto, o técnico Paulo César Carpegiani fez questão de recusar comparações entre os dois atletas. O treinador não quer que o reforço seja cobrado para ter o mesmo sucesso do antigo dono da camisa dez.
“Não é o caso de substituir, são diferentes e não vamos colocar essa carga (no Ailton). As informações são muito boas, vi fitas dele e o Mauro (observador) o conhece. Eu vou assinar o que o Mauro falou. Mas é diferente do Willian e não quero comparação porque seria um peso demasiado para ele”, afirmou.
O treinador ainda fez projeções da forma como pode utilizar o reforço, colocando-o em uma parceria com Gustavo Nery na parte esquerda do campo. “O Ailton é um jogador muito versátil, faz a função de um falso ponta e de terceiro homem do meio-campo, além da lateral esquerda. Posso solucionar meu problema no lado esquerdo, com Gustavo Nery e ele”, afirmou.
Por sinal, Ailton também refuta comparações com o meia Willian. O atleta reconhece a história do ex-dono da camisa dez, mas avisa que chega para trilhar seu próprio caminho.
“Não cabem comparações. O Willian tem a história dele, é um grande jogador e fez muitas coisas aqui no Brasil, enquanto eu fiz muitas coisas no México. Eu vou tentar fazer a minha história no Corinthians agora”, afirmou.
O jogador lembra que não teve muitas oportunidades no futebol brasileiro. Apesar de ter passado pelas categorias de base do rival Palmeiras, nunca chegou a ser aproveitado entre os profissionais.
“Joguei no Palmeiras na época de júnior e juvenil, quando era com a Parmalat e o (técnico Wanderley) Luxemburgo. Fui alguns jogos para o banco, mas era difícil conseguir espaço. Não posso ter magoa do Palmeiras porque foi ele que mandou para a Venezuela”, afirmou, referindo-se à transferência para o Deportivo Italchacao, clube em que começou sua carreira internacional.
Mas a trajetória do atleta pelo exterior ficou marcada mesmo no México, onde atuou por Atlas Guadalajara, Club Leon, Pumas e Club San Luis. O meia, inclusive, está em processo para se naturalizar mexicano.
“Não é o caso de substituir, são diferentes e não vamos colocar essa carga (no Ailton). As informações são muito boas, vi fitas dele e o Mauro (observador) o conhece. Eu vou assinar o que o Mauro falou. Mas é diferente do Willian e não quero comparação porque seria um peso demasiado para ele”, afirmou.
O treinador ainda fez projeções da forma como pode utilizar o reforço, colocando-o em uma parceria com Gustavo Nery na parte esquerda do campo. “O Ailton é um jogador muito versátil, faz a função de um falso ponta e de terceiro homem do meio-campo, além da lateral esquerda. Posso solucionar meu problema no lado esquerdo, com Gustavo Nery e ele”, afirmou.
Por sinal, Ailton também refuta comparações com o meia Willian. O atleta reconhece a história do ex-dono da camisa dez, mas avisa que chega para trilhar seu próprio caminho.
“Não cabem comparações. O Willian tem a história dele, é um grande jogador e fez muitas coisas aqui no Brasil, enquanto eu fiz muitas coisas no México. Eu vou tentar fazer a minha história no Corinthians agora”, afirmou.
O jogador lembra que não teve muitas oportunidades no futebol brasileiro. Apesar de ter passado pelas categorias de base do rival Palmeiras, nunca chegou a ser aproveitado entre os profissionais.
“Joguei no Palmeiras na época de júnior e juvenil, quando era com a Parmalat e o (técnico Wanderley) Luxemburgo. Fui alguns jogos para o banco, mas era difícil conseguir espaço. Não posso ter magoa do Palmeiras porque foi ele que mandou para a Venezuela”, afirmou, referindo-se à transferência para o Deportivo Italchacao, clube em que começou sua carreira internacional.
Mas a trajetória do atleta pelo exterior ficou marcada mesmo no México, onde atuou por Atlas Guadalajara, Club Leon, Pumas e Club San Luis. O meia, inclusive, está em processo para se naturalizar mexicano.