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Futebol

Tão perto e ao mesmo tempo tão longe

Arquivo Geral

16/06/2014 8h40

Embora estivessem do lado de dentro dos portões do Estádio Mané Garrincha, os seguranças Vandenilson Manoel e Anderson Santos ficaram apenas com as lembranças dos gritos na partida de ontem à tarde entre Suíça e Equador.

Sentado à sombra de um banner da Fifa, Vandenilson lamentou não poder ver ao jogo. “É uma oportunidade única trabalhar na Copa, mas é muito ruim fazer isso do lado de fora (do campo)”, reclamou.

O único jeito de acompanhar o confronto que rendeu a vitória aos suíços foi com o bom e velho fone de ouvido conectado a uma rádio. “Já que não estou lá dentro, só me resta isso mesmo”. Na mesma hora ouviu-se a explosão da torcida no primeiro e único gol do Equador.

Anderson não tinha a mesma comodidade de Vandenilson e estava em pé sob o sol. Mais afastado do estádio, ele compartilhou a sensação do colega. “Claro que acompanhar a um jogo da Copa de dentro do estádio é maravilhoso, mas aumentar o currículo trabalhando em um evento como este também é muito bom.”

Caso estivessem na arquibancada, os dois escolheriam a mesma seleção e por um único motivo: a cor amarela. “Torceria pelo Equador porque a camisa deles lembra muito a nossa”, disse Vandenilson.

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