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A primeira tentativa de conchavo entre os principais candidatos a sucessão de Alberto Dualib na presidência do Corinthians por pouco não terminou em confusão. Segundo Osmar Stábile, um dos concorrentes ao posto, dois integrantes da reunião, Alexandre Husne, presidente da Comissão Processante que pediria o impeachment de Alberto Dualib, e Mário Gobbi, partidário de Andrés Sanchez, por pouco não saíram no braço.
Paulo Garcia, rival de Stábile, confirmou o ocorrido. “O Gobbi propôs que o Andrés (Sanchez) assumisse o mandato-tampão e ficasse mais três anos e que depois eu ficasse por três anos e, na seqüência, o Stábile. Foi onde quase começou a confusão”.
Antes de entrar para o encontro, Garcia mostrou-se favorável à utópica possibilidade de os candidatos se unirem em uma chapa única. “O Corinthians de hoje não tem espaço para eleição”.
Antoine Gebran, atual vice de Futebol e mais novo pleiteante ao posto, engrossou o coro: “Se houver consenso, terá meu apoio. Se não, vamos ver o que os conselheiros irão decidir”.
Opinião semelhante mostrou Osmar Stábile. “Se for para o bem do Corinthians, eu abro mão da candidatura, mas acho pouco provável que isso ocorra”, analisou Stábile.
Andrés Sanchez, que também já está no Parque São Jorge para a reunião, mostrou pessimismo em relação a um nome de consenso e, mais uma vez, pregou a disputa entre dois ou mais candidatos pelo “bem da democracia”.
“Eu topo o que for melhor para o Corinthians, mas o Conselho quer ter o direito de escolher entre dois, três, cinco candidatos. Temos que esquecer os nomes e pensar nos projetos, escolhendo o que for bom para o futuro do Corinthians”, pregou.
Para Sanchez, toda a celeuma causada em torno da permanência de Clodomil Orsi e Wilson Bento em seus cargos depois do pleito do dia 9 de outubro é descabida.
“Ambos são pessoas de bem e, se quiserem ficar até fevereiro de 2009 (data em que se encerra o atual mandato), não vejo problemas. Se ficarem, as eleições do dia 9 de outubro serão somente para presidente e um vice”, concluiu.
Paulo Garcia, rival de Stábile, confirmou o ocorrido. “O Gobbi propôs que o Andrés (Sanchez) assumisse o mandato-tampão e ficasse mais três anos e que depois eu ficasse por três anos e, na seqüência, o Stábile. Foi onde quase começou a confusão”.
Antes de entrar para o encontro, Garcia mostrou-se favorável à utópica possibilidade de os candidatos se unirem em uma chapa única. “O Corinthians de hoje não tem espaço para eleição”.
Antoine Gebran, atual vice de Futebol e mais novo pleiteante ao posto, engrossou o coro: “Se houver consenso, terá meu apoio. Se não, vamos ver o que os conselheiros irão decidir”.
Opinião semelhante mostrou Osmar Stábile. “Se for para o bem do Corinthians, eu abro mão da candidatura, mas acho pouco provável que isso ocorra”, analisou Stábile.
Andrés Sanchez, que também já está no Parque São Jorge para a reunião, mostrou pessimismo em relação a um nome de consenso e, mais uma vez, pregou a disputa entre dois ou mais candidatos pelo “bem da democracia”.
“Eu topo o que for melhor para o Corinthians, mas o Conselho quer ter o direito de escolher entre dois, três, cinco candidatos. Temos que esquecer os nomes e pensar nos projetos, escolhendo o que for bom para o futuro do Corinthians”, pregou.
Para Sanchez, toda a celeuma causada em torno da permanência de Clodomil Orsi e Wilson Bento em seus cargos depois do pleito do dia 9 de outubro é descabida.
“Ambos são pessoas de bem e, se quiserem ficar até fevereiro de 2009 (data em que se encerra o atual mandato), não vejo problemas. Se ficarem, as eleições do dia 9 de outubro serão somente para presidente e um vice”, concluiu.