O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) agendou para a próxima quarta-feira o julgamento do lateral-direito Coelho, do Atlético-MG, expulso no último domingo durante a derrota de 4 x 3 da sua equipe para o rival Cruzeiro, após uma ‘entrada violenta’ sobre o meia Kerlon. Na ocasião, o jogador alvinegro se sentiu ofendido com a tentativa do adversário em aplicar o famoso ‘drible da foquinha’, que consiste em carregar a bola com a cabeça.
Relatada a agressão na súmula pelo árbitro Evandro Rogério Roman, Coelho foi enquadrado no artigo 253 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, por praticar agressão física, e pode pegar um gancho de 120 a 540 dias de suspensão.
O lateral-direito não será o único a enfrentar o Tribunal. O atacante Marinho foi enquadrado no artigo 255 do CBJD, por atitude hostil a Kerlon, baseado em imagens e entrevistas concedidas pelo meia cruzeirense após o jogo. Irritado, Marinho reagiu com indignação à acusação.
“Fiquei surpreso, fiquei sabendo através de vocês da imprensa, ninguém do Atlético me passou nada. Em nenhum momento, pelas coisas que eu falei com o Kerlon, eu não fiz nada, não encostei a mão nele. A única coisa que eu disse é que era para ele não fazer isso mais, pois estávamos de cabeça quente”, assegurou Marinho, de volta à posição de titular após ficar dez meses se recuperando de grave contusão muscular.
Os jogadores não serão os únicos a enfrentarem problemas no STJD. O Galo acabou denunciado no artigo 213 devido a um par de chinelos arremessados no gramado do Mineirão após o clássico. A pena para esses casos pode variar de um a dez jogos com portões fechados, além de uma multa de R$ 10 mil.
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O lateral-direito não será o único a enfrentar o Tribunal. O atacante Marinho foi enquadrado no artigo 255 do CBJD, por atitude hostil a Kerlon, baseado em imagens e entrevistas concedidas pelo meia cruzeirense após o jogo. Irritado, Marinho reagiu com indignação à acusação.
“Fiquei surpreso, fiquei sabendo através de vocês da imprensa, ninguém do Atlético me passou nada. Em nenhum momento, pelas coisas que eu falei com o Kerlon, eu não fiz nada, não encostei a mão nele. A única coisa que eu disse é que era para ele não fazer isso mais, pois estávamos de cabeça quente”, assegurou Marinho, de volta à posição de titular após ficar dez meses se recuperando de grave contusão muscular.
Os jogadores não serão os únicos a enfrentarem problemas no STJD. O Galo acabou denunciado no artigo 213 devido a um par de chinelos arremessados no gramado do Mineirão após o clássico. A pena para esses casos pode variar de um a dez jogos com portões fechados, além de uma multa de R$ 10 mil.
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