Após a vitória eletrizante, conquistada apenas nos acréscimos, a seleção suíça passou pela zona mista dos jornalistas, que virou uma verdadeira Torre de Babel.
Ao tomar conhecimento de que a estreia suíça havia alcançado o maior público da Copa até o momento (foram 68.351 presentes, um recorde também da arena candanda), Shaqiri ficou muito feliz e esboçou gargalhadas com os jornalistas que estavam próximos a ele.
Em meio a perguntas feitas em inglês, alemão e francês, o meia Xherdan Shaqiri foi bastante solícito e atendeu a todos os profissionais da imprensa que tinham questionamentos para ele.
Eleito o melhor em campo na vitória de sua seleção, o jogador do Bayern de Munique (ALE) minimizou o prêmio individual.
“Isso foi uma piada. Não acho que fui o melhor jogador, claramente. Fiz uma boa partida e estou satisfeito com meu desempenho. Se decidiram isso, é um orgulho para mim. Porém, a felicidade não vem pelo prêmio, mas por termos conquistado os três pontos como uma equipe”, aponta o meia, estreante em Copas.
Com a vitória diante dos equatorianos, a seleção suíça, que sofreu contra os adversários sul-americanos o primeiro gol em estreias de Mundiais desde que voltou a disputar a competição, em 2006, tem a chance de alcançar a vaga nas oitavas de final de forma antecipada.
Para tanto, a equipe europeia precisa superar a França, que estreou goleando Honduras por 3 x 0.
Ciente da possibilidade de classificação antecipada, Shaqiri se anima, mas aponta que a partida contra a França não será fácil.
“Claro que a gente quer conseguir a classificação fazendo apenas dois jogos. Mas também sabemos que a França é um grande time, então vai ser um jogo muito difícil.”