Depois de sete anos distante, o Brasil volta, enfim, a atuar no estádio do Maracanã nesta quarta-feira, às 22 horas (de Brasília), contra o Equador. O jogo, válido pela segunda rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, também será o primeiro do treinador Dunga no país desde que assumiu o cargo, em setembro do ano passado.
A última vez que o time brasileiro atuou no estádio mais famoso do país, aliás, foi no longínquo ano 2000, em partida válida pelo torneio qualificatório para a Copa-2002. Na ocasião, o time venceu a Bolívia por sonoros 5 x 0, com três gols de Romário, um de Rivaldo e outro de Marques.
Em seu primeiro jogo no comando da seleção após 21 partidas de seu período como técnico, Dunga acredita que o duelo terá um fator positivo a mais para o time: o torcedor. “Em alguns dias, os torcedores compraram todas as entradas. A torcida sabe do trabalho da seleção e dá muita importância a ela. Isso demonstra que o torcedor gosta muito dela”, disse o técnico, que também ganhou apoio do elenco.
“Tenho certeza de que a torcida brasileira vai promover uma grande festa no Maracanã, que estará lotado e vestido de amarelo. Nós, jogadores, iremos fazer a nossa parte, trabalhando muito e nos empenhando dentro de campo para que o resultado positivo apareça”, analisou o meia Ronaldinho Gaúcho.
A motivação brasileira pode ser ainda maior se for levado em conta o retrospecto diante do time equatoriano. Em 25 partidas disputadas até aqui, o Brasil venceu 21 vezes, empatou duas e perdeu apenas duas – em 2001 e 2004, ambas em na cidade equatoriana de Quito, pelas Eliminatórias para as Copas de 2002 e 2006, respectivamente.
O retrospecto do confronto em Eliminatórias, porém, permanece equilibrado. Considerando os confrontos desde 1998, quando foi adotado o sistema de pontos corridos, foram quatro jogos, com duas vitórias para cada lado. O último, pela Copa América deste ano, terminou com triunfo brasileiro por 1 a 0, com gol de Robinho.
Isso, segundo o técnico Dunga, deixa clara a necessidade de sua equipe se portar melhor do que na estréia. “Temos que melhorar na posse de bola e ter um pouco de paciência para trabalhar a bola de um lado para o outro até abrir espaço. O Equador é forte fisicamente e marca bem. Vamos precisar de muita eficiência para vencê-los.”
O elenco também acredita que o time terá que ter postura diferente do empate sem gols com a Colômbia. Principalmente se quiser conquistar os primeiros três pontos e melhorar a atual quarta colocação que ocupa, atrás de Venezuela, Argentina e Uruguai.
“Como vamos jogar em casa, temos que impor nosso ritmo, tocar bem a bola, colocar ela no chão. A maioria dos times que nos enfrenta em casa fica na defesa, buscando o contra-ataque, tentando nos surpreender. Temos que ter atitude para fazer as nossas jogadas e buscarmos o gol”, apontou o zagueiro Juan.
Mineiro, por sua vez, também endossa o coro de que o time terá que mudar para vencer. “Nossa expectativa é melhorar em relação ao último jogo. A cobrança é nossa também, não ficamos satisfeitos quando não apresentamos um bom futebol. Para isso, temos que ocupar melhor os espaços, ter mais velocidade e mais objetividade”, concluiu.
Do outro lado, o Equador não deve ter grandes mudanças na equipe que surpreendentemente perdeu para a Venezuela, por 1 x 0. “É o momento de ser coerente. Se existe algo deficitário em nosso time é a falta de definição na frente, uma situação que nos incomoda faz algum tempo”, explicou o técnico Luiz Fernando Suárez.
O comandante ainda garantiu que não mudará a postura da equipe só porque enfrenta a seleção pentacampeã do mundo em seu estádio. “Não vou mudar a forma de jogar do Equador só por causa do Brasil. Não estou pensando em escalar cinco ou seis defensores em meu time”, avisou Suárez.
FICHA TÉCNICA
BRASIL X EQUADOR
A última vez que o time brasileiro atuou no estádio mais famoso do país, aliás, foi no longínquo ano 2000, em partida válida pelo torneio qualificatório para a Copa-2002. Na ocasião, o time venceu a Bolívia por sonoros 5 x 0, com três gols de Romário, um de Rivaldo e outro de Marques.
Em seu primeiro jogo no comando da seleção após 21 partidas de seu período como técnico, Dunga acredita que o duelo terá um fator positivo a mais para o time: o torcedor. “Em alguns dias, os torcedores compraram todas as entradas. A torcida sabe do trabalho da seleção e dá muita importância a ela. Isso demonstra que o torcedor gosta muito dela”, disse o técnico, que também ganhou apoio do elenco.
“Tenho certeza de que a torcida brasileira vai promover uma grande festa no Maracanã, que estará lotado e vestido de amarelo. Nós, jogadores, iremos fazer a nossa parte, trabalhando muito e nos empenhando dentro de campo para que o resultado positivo apareça”, analisou o meia Ronaldinho Gaúcho.
A motivação brasileira pode ser ainda maior se for levado em conta o retrospecto diante do time equatoriano. Em 25 partidas disputadas até aqui, o Brasil venceu 21 vezes, empatou duas e perdeu apenas duas – em 2001 e 2004, ambas em na cidade equatoriana de Quito, pelas Eliminatórias para as Copas de 2002 e 2006, respectivamente.
O retrospecto do confronto em Eliminatórias, porém, permanece equilibrado. Considerando os confrontos desde 1998, quando foi adotado o sistema de pontos corridos, foram quatro jogos, com duas vitórias para cada lado. O último, pela Copa América deste ano, terminou com triunfo brasileiro por 1 a 0, com gol de Robinho.
Isso, segundo o técnico Dunga, deixa clara a necessidade de sua equipe se portar melhor do que na estréia. “Temos que melhorar na posse de bola e ter um pouco de paciência para trabalhar a bola de um lado para o outro até abrir espaço. O Equador é forte fisicamente e marca bem. Vamos precisar de muita eficiência para vencê-los.”
O elenco também acredita que o time terá que ter postura diferente do empate sem gols com a Colômbia. Principalmente se quiser conquistar os primeiros três pontos e melhorar a atual quarta colocação que ocupa, atrás de Venezuela, Argentina e Uruguai.
“Como vamos jogar em casa, temos que impor nosso ritmo, tocar bem a bola, colocar ela no chão. A maioria dos times que nos enfrenta em casa fica na defesa, buscando o contra-ataque, tentando nos surpreender. Temos que ter atitude para fazer as nossas jogadas e buscarmos o gol”, apontou o zagueiro Juan.
Mineiro, por sua vez, também endossa o coro de que o time terá que mudar para vencer. “Nossa expectativa é melhorar em relação ao último jogo. A cobrança é nossa também, não ficamos satisfeitos quando não apresentamos um bom futebol. Para isso, temos que ocupar melhor os espaços, ter mais velocidade e mais objetividade”, concluiu.
Do outro lado, o Equador não deve ter grandes mudanças na equipe que surpreendentemente perdeu para a Venezuela, por 1 x 0. “É o momento de ser coerente. Se existe algo deficitário em nosso time é a falta de definição na frente, uma situação que nos incomoda faz algum tempo”, explicou o técnico Luiz Fernando Suárez.
O comandante ainda garantiu que não mudará a postura da equipe só porque enfrenta a seleção pentacampeã do mundo em seu estádio. “Não vou mudar a forma de jogar do Equador só por causa do Brasil. Não estou pensando em escalar cinco ou seis defensores em meu time”, avisou Suárez.
FICHA TÉCNICA
BRASIL X EQUADOR
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de outubro de 2007, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Mauricio Espinoza e Edgardo Acosta (ambos do Uruguai)
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Mineiro, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Robinho e Vágner Love
Técnico: Dunga
EQUADOR: Viteri; De la Cruz, Iván Hurtado, Espinoza e Bagüí; Castillo, Urrutia, Quiróz e Edison Méndez; Benítez e Carlos Tenorio
Técnico: Luis Fernando Suárez