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< !--/hotwords -- >Apesar de terem evitado, durante a semana, falar sobre o tabu de 12 jogos sem perder para o Corinthians, os jogadores do São Paulo admitiram, nesta quarta-feira, sentirem-se pressionados pela marca positiva. Ninguém no clube quer entrar para a história do confronto como um dos atletas que permitiram o maior rival voltar a vencer depois de mais de quatro anos de supremacia.
“Realmente a responsabilidade aumenta. O nosso desejo é prolongar esta marca para seguirmos bem na competição”, disse Richarlyson, que gostou de saber que o Corinthians vai mandar o jogo deste sábado no Morumbi, casa do Tricolor. “O São Paulo agradece, mas também temos de ficar atentos porque o nosso campo é grande e eles têm jogadores rápidos que vão procurar aproveitar os espaços”, alertou o volante.
O zagueiro Miranda, que tem muitos amigos e parentes são-paulinos, também vem sentindo a importância que eles dão ao duelo com o Corinthians. Desde a temporada passada, os fanáticos pelo Tricolor fizeram uma paródia irônica de um dos principais gritos da torcida corintiana: “Galinhas, galinhas sem estádio, galinhas sem história, freguês do tricolor”.
“Virou mesmo uma responsabilidade muito grande para o São Paulo, mas não entramos em campo pensando no tabu. Precisamos mais da vitória do que o Corinthians porque queremos alcançar o Botafogo e lutamos pelo título”, disse Miranda.
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O zagueiro Miranda, que tem muitos amigos e parentes são-paulinos, também vem sentindo a importância que eles dão ao duelo com o Corinthians. Desde a temporada passada, os fanáticos pelo Tricolor fizeram uma paródia irônica de um dos principais gritos da torcida corintiana: “Galinhas, galinhas sem estádio, galinhas sem história, freguês do tricolor”.
“Virou mesmo uma responsabilidade muito grande para o São Paulo, mas não entramos em campo pensando no tabu. Precisamos mais da vitória do que o Corinthians porque queremos alcançar o Botafogo e lutamos pelo título”, disse Miranda.
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