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Futebol

Rivalidade vira motivo de briga no Mané Garrincha

Arquivo Geral

06/07/2014 11h12

Infelizmente nem tudo foram flores no jogo de ontem no Mané Garrincha. Entre as brincadeiras e pirraças dos brasileiros com os argentinos, e vice-versa, alguns confundiram a rivalidade histórica entre as seleções com violência.

Vídeos na Internet mostram uma briga nas escadas de acesso ao estádio, na qual argentinos agridem um brasileiro.

De acordo com a sargento Rosana Assis, os torcedores argentinos foram responsáveis pelas únicas confusões no estádio candango, esde o início da Copa.

“Eles (os argentinos) não respeitam ninguém, nem as crianças. Nunca tivemos dor de cabeça com jogo nenhum aqui, mas este está compensando a tranquilidade dos outros”, reclamou a autoridade.

Retirados do anel inferior, os três envolvidos foram encaminhados à delegacia mais próxima. “Caso seja comprovado que não houve lesão corporal, eles são liberados”, explica Rosana. 

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal informou que dois argentinos estão presos na 5ª Delegacia de Polícia acusados de agredir fisicamente dois brasileiros dentro do estádio. A ocorrência ainda está em andamento na 5ª DP.

Barra-brava

A Polícia Federal prendeu, dentro do estádio, o torcedor estrangeiro Pablo Alvarez. Ele constava em lista da polícia argentina de torcedores violentos. Pablo estava com uma camisa do Flamengo e pintou o cabelo de verde para tentar entrar disfarçado. Ele já havia sido flagrado na partida entre Argentina e Suíça.

Criatividade e fair play de ambos

Do lado de fora do Mané Garrincha minutos antes de a bola rolar para Argentina e Bélgica, o clima entre brasileiros era o da mais profunda guerra. Mas, calma! Guerra de gritos e gastos excessivos de cordas vocais.

Ocupando as escadas de acesso aos portões da arquibancada, uma multidão de argentinos duelava com outra de brasileiros ao pé dos degraus. Pirraça daqui e pirraça de lá, o resultado disso tudo não poderia ser diferente do que boas doses de gargalhadas.

 

Os hermanos na insistente música em que Maradona aparece em maior evidência que Pelé, e os canarinhos destacando os mil gols do rei deram um ar cômico, ontem. “Adeus hermanos. Passagens aéreas para Buenos Aires, saída imediata após o jogo”, eram as palavras escritas nas placas do economista Rafael Rabadan. “Essa Copa é nossa e ninguém Messi”, era mais um cartaz segurado pela companheira Nathalia Tannus. 

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