Em eleição realizada no Hotel Excelsior, no bairro de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ), o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, foi reeleito para mais um mandato e ficará à frente da entidade por mais cinco anos, podendo se estender a sete caso o Brasil seja confirmado como sede da Copa do Mundo de 2014.
Dos 47 votos possíveis (que engloba as 27 federações e os 20 clubes que disputam a Série A) o dirigente obteve 43, já que o Corinthians não enviou representante, enquanto que Vasco, Botafogo e Atlético-MG chegaram atrasado ao evento. O dirigente fez um balanço de seu trabalho na presidência da CBF, que começou em 1989.
“Se nós pegarmos desde oitenta e nove e analisarmos, o Brasil, que não ganhava à quarenta anos a Copa América, ganhou cinco de nove edições e foi vice em duas ocasiões. Além disso, a seleção brasileira chegou a três finais de Copa do Mundo, ganhando duas e sendo uma vice.”
“Além disso, obteve a Triplice Coroa nesta década, com os títulos mundiais sub-17, sub-20 e profissional. Ganhamos duas vezes a Copa das Confederações e o Campeonato Brasileiro por pontos corridos foi um grande sucesso, haja vista as possibilidades de marketing para esta competição. O importante é continuar trabalhando sempre para se profissionalizar o futebol brasileiro”, analisou Ricardo Teixeira, que, apesar de não explicar os motivos, considerou a Copa do Mundo de 1990 como seu grande erro à frente da CBF.
O dirigente disse que a Seleção Brasileira está passando por um processo de reformulação e que isso seguirá apesar das críticas recebidas pela entidade.
“A seleção brasileira está passando por um novo ciclo com o Dunga e o Jorginho porque não foi aceitável o que aconteceu na Copa do Mundo do ano passado. Essas mudanças estão sendo feitas muito a contragosto de quem não gosta das coisas sérias. Hoje vai jogar com a camisa da Seleção Brasileira quem gosta, quem pretende jogar”, disse Teixeira, que não confirmou Dunga como técnico do Brasil nos Jogos Olímpicos de 2008.
Ricardo Teixeira ficará no cargo até 2012, mas se o Brasil for anunciado como sede da Copa do Mundo de 2014, ele ganhará mais dois anos de mandato. A definição sobre a sede deste Mundial acontecerá no próximo dia 30 de outubro e o Brasil é candidato único.
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“Se nós pegarmos desde oitenta e nove e analisarmos, o Brasil, que não ganhava à quarenta anos a Copa América, ganhou cinco de nove edições e foi vice em duas ocasiões. Além disso, a seleção brasileira chegou a três finais de Copa do Mundo, ganhando duas e sendo uma vice.”
“Além disso, obteve a Triplice Coroa nesta década, com os títulos mundiais sub-17, sub-20 e profissional. Ganhamos duas vezes a Copa das Confederações e o Campeonato Brasileiro por pontos corridos foi um grande sucesso, haja vista as possibilidades de marketing para esta competição. O importante é continuar trabalhando sempre para se profissionalizar o futebol brasileiro”, analisou Ricardo Teixeira, que, apesar de não explicar os motivos, considerou a Copa do Mundo de 1990 como seu grande erro à frente da CBF.
O dirigente disse que a Seleção Brasileira está passando por um processo de reformulação e que isso seguirá apesar das críticas recebidas pela entidade.
“A seleção brasileira está passando por um novo ciclo com o Dunga e o Jorginho porque não foi aceitável o que aconteceu na Copa do Mundo do ano passado. Essas mudanças estão sendo feitas muito a contragosto de quem não gosta das coisas sérias. Hoje vai jogar com a camisa da Seleção Brasileira quem gosta, quem pretende jogar”, disse Teixeira, que não confirmou Dunga como técnico do Brasil nos Jogos Olímpicos de 2008.
Ricardo Teixeira ficará no cargo até 2012, mas se o Brasil for anunciado como sede da Copa do Mundo de 2014, ele ganhará mais dois anos de mandato. A definição sobre a sede deste Mundial acontecerá no próximo dia 30 de outubro e o Brasil é candidato único.