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Futebol

Ribery prega respeito, mas admite: "Não estamos no grupo mais difícil"

Arquivo Geral

27/01/2014 19h00

Após garantir vaga na Copa do Mundo de 2014 apenas na segunda partida da repescagem europeia, a França corria grandes riscos de integrar primeiro grupo com três campeãs mundiais da história do torneio. No fim, deu sorte e acabou caindo na chave E, ao lado de Suíça, Honduras e Equador. Principal jogador dos Bleus, o meia Franck Ribery pediu cautela, mas admitiu que a seleção francesa não está em um grupo dos mais complicados na primeira fase.

“Não estamos na chave mais difícil, mas o importante é não considerar essas equipes de forma leviana. Precisamos permanecer concentrados. Vamos precisar jogar a nossa chance com seriedade para passarmos da primeira fase. Isso é crucial”, pregou o meia do Bayern de Munique, eleito o terceiro melhor jogador do mundo em 2013, em entrevista ao site da Fifa.

Ribery, aliás, é um dos atletas mais experientes do elenco que deve ser convocado por Didier Deschamps para o Mundial deste ano. Com 30 anos, o francês disputou as Copas de 2006, na Alemanha, e de 2010, na África Do Sul. Em sua primeira experiência, há oito anos, ele era o ‘motorzinho’ de um time que contava com os experientes Zinedine Zidane, Thierry Henry e David Trezeguet, e foi peça importante na campanha que culminou com o vice-campeonato, após derrota nos pênaltis para a Itália, em Berlim. Além disto, Ribery conquistou todos os títulos possíveis com o Bayern na última temporada.

Esta experiência, de acordo com o próprio atleta, será fundamental para ele liderar a França no Mundial do Brasil. “Contribuo com a minha maturidade. Estou com 30 anos, vivi muitas coisas na minha carreira. Converso frequentemente com os mais jovens da seleção, especialmente com aqueles que não disputaram tantos jogos. Representamos um grande país, existe o peso da camisa, muita pressão, e nem sempre é fácil. Portanto, tento deixar esses jovens jogadores nas melhores condições. É preciso ter o máximo de prazer, se esbaldar, ainda mais que não nos reunimos com frequência”, explicou.

Por fim, Ribery rasgou elogios ao treinador da seleção nacional, Didier Deschamps. Para isto, utilizou o exemplo da heroica vitória por 3 a 0 sobre a Ucrânia, no jogo de volta da repescagem europeia, que garantiu a França na Copa mesmo após um tropeço por 2 a 0 no duelo da ida. “Deschamps nos devolveu a confiança. Nunca o senti abatido, nem depois do jogo de ida contra a Ucrânia (derrota por 2 a 0, em Kiev). Sempre sentimos que ele acreditava, e isso nos fez bem. Também graças a isso pudemos fazer uma grande partida de volta no Stade de France. Acho que essa partida servirá de referência, foi um momento inesquecível para todos os jogadores da seleção francesa”, encerrou o francês, uma das grandes estrelas que aterrissarão no Brasil a partir de junho.

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