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Futebol

Petkovic não preocupa preparador físico do Santos

Arquivo Geral

03/08/2007 0h00

O preparador físico Antônio Mello fará um trabalho especial com Petkovic, mas não duvida da capacidade do veterano de manter a forma. A comissão técnica do Santos acredita que o jogador já poderá entrar em campo em, no máximo, 15 dias.

Aos 34 anos, Petkovic também esbanja autoconfiança. “Estou 100% fisicamente. Assim, posso dar muito de mim e ser um dos melhores do futebol brasileiro novamente. Quando não tiver mais condições de jogar, pensarei em encerrar a carreira. Não vou sujar meu nome”, discursou.

Mello ouviu o que queria do sérvio. “Só de ele ter falado que manteve a forma, não precisa de mais nada. O Antônio Carlos também disse que se cuidava”, comparou. O preparador do Santos diz que os jogadores mais velhos lhe dão menos trabalho que os novatos, pois não descuidam do condicionamento físico.

Apesar do otimismo de Mello, Petkovic fracassou no Goiás, seu último clube. “Cheguei lá machucado. Agradeço ao departamento médico por ter me tratado por mais de dois meses. O importante é que, agora, estou bem. Não gosto de jogar só pela minha experiência, sem poder dar arranques”, comentou.

O técnico Geninho foi quem levou Petkovic ao Goiás. Segundo o meia, a saída do comandante acelerou a sua própria, embora os torcedores que o encontravam nas farmácias, lava-rápidos, padarias e restaurantes de Goiânia pedissem para que ele ficasse. “Foi uma coisa meio estranha. Cada um tem sua opinião sobre o que aconteceu.”

Da mesma maneira que não gosta de expor seu relacionamento com a diretoria do ex-clube, Petkovic também é lacônico ao falar sobre o acordo com o Santos. Saber que o meia manteve a forma física enquanto estava parado, nesse caso, não foi suficiente para impedir que o Peixe elaborasse contrato por produtividade para o novo reforço.

“Não gosto de falar do meu contrato. Os que estão aptos a comentar são o clube e o meu procurador”, esquivou-se Petkovic. O empresário Zeljko Tadic, no entanto, declarou mais de uma vez que não faz parte da política da sua empresa detalhar o negócio firmado pelos clientes. Mas também externou que uma cláusula do contrato proposto pelo Santos não o agradava.

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