O frio que amanheceu em Brasília não foi suficiente para afastar os torcedores do Mané Garrincha.
Mesmo com a sensação térmica abaixo de 16º C e muito vento, já era possível ver logo no início da manhã vários torcedores equatorianos e suíços entoando cânticos de incentivo às seleções e tirando fotos.
Juliano Vaz, de 34 anos, e Renata Yumy, de 22 anos, foram os primeiros a chegar ao estádio. Eles vieram no sábado para Brasília de Porangatu, Goiás. Os dois chegaram por volta de 8h e começaram a fila da entrada no estádio, mesmo com os portões abrindo apenas horas depois.
A pontualidade suíça, no entanto, não deve ocorrer nas próximas partidas, por serem no meio da semana e os dois morarem a mais 200 quilômetros de distância do estádio Mané Garrincha.
“Conseguimos chegar cedo porque viemos para Brasília no dia anterior. O próximo jogo (Colômbia x Costa do Marfim) dá numa quinta-feira, então vamos ter que nos virar”, disse Juliano.
Frio europeu
Até os próprios suíços, famosos pelos seus alpes com neve, sentiram a temperatura baixa de Brasília. O casal Urs Fallegger e Liliane Fallegger vieram da Basileia de férias para acompanhar a seleção de seu país no Brasil, se assustaram com o clima da capital federal.
“Brasília é muito bonita, mas o clima não está bom. Está muito frio. Na Suíça, estamos no verão e está mais quente do que aqui”, reclamou Liliane. Mesmo assim, os dois acreditavam na vitória e cravaram o placar que, mais tarde, seria sacramentado: Suíça 2 x 1 Equador.