Nem mesmo os 7 x 1 sofridos diante da Alemanha nas semifinais foram capazes de impedir que os torcedores brasilienses saíssem de casa para prestigiar a despedida do Brasil na Copa do Mundo.
Apesar de não estarem com a mesma disposição dos jogos anteriores, os candangos chegaram cedo para não enfrentarem as longas filas que, por vezes marcaram a entrada dos fãs no Mané Garrincha.
A prova de que os brasileiros não estavam tão confiantes na seleção brasileira foi a pouca aglomeração no estacionamento do Mané Garrincha. Nos outros seis jogos, mesmo horas antes da abertura dos portões, um grande número de torcedores se concentrava próximo à arena candanga.
Otimismo para o terceiro
Com um panorama diferente, ainda chateado com o massacre das semifinais, o bancário Maurílio Gomes chegou ao estádio uma hora antes da abertura dos portões. Frequentando o estádio pela segunda vez, ele enalteceu a tranquilidade para entrar nas dependências da arena. Otimista, ele ainda disse o que esperava para a partida contra a Holanda.
“Cheguei às 13h e não tenho o que reclamar da entrada. Acho que a partida de hoje vai ser um jogo em que conseguiremos uma vitória de certa forma tranquila, até para apagar a decepção do último jogo. Aposto em 1 x 0 para o Brasil, com gol de Oscar”, disse.
Saiba Mais
O cordão de isolamento montado pela Polícia Militar no entorno do estádio não teve muitos problemas no jogo de ontem.
Com pouca aglomeração de torcedores no estacionamento do Mané Garrincha, a entrada, que só foi permitida pelos policiais mediante apresentação de ingresso, ocorreu de forma organizada.
Na maioria dos casos, a revista dos torcedores também foi feita sem problemas.
Apesar da informação de que cartazes de qualquer tamanho e espécie teriam a entrada proibida, muitas manifestações por meio deles foram registradas no interior do Mané Garrincha.