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Futebol

Muricy não quer vingança contra o Boca, mas diz que jogo é especial

Arquivo Geral

25/09/2007 0h00



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O técnico Muricy Ramalho já tem uma carreira estabilizada no Brasil, mas admite que vive um momento especial no confronto contra o Boca Juniors, pela Copa Sul-americana. Para o treinador, a classificação encerraria uma série de eliminações diante do adversário argentino.

Muricy Ramalho caiu diante do Boca Juniors duas vezes seguidas na Copa Sul-americana dirigindo o Internacional, em 2004 e 2005, além de amargar a queda nos pênaltis na Libertadores da América de 2004 pelo São Caetano.

Para completar, ainda perdeu ano passado o título da Recopa Sul-americana pelo São Paulo. “Já cheguei a ganhar um jogo contra o Boca (em 2005 pelo Internacional)”, responde o atual comandante do Tricolor. “Mas não penso em vingança. Fico apenas bastante concentrado em vencer”, emendou.

Nos últimos anos, o Boca Juniors ganhou fama de grande carrasco dos times brasileiros em várias competições interclubes. A equipe não perde um confronto de mata-mata para o país rival desde a Copa Mercosul-2000, quando caiu diante do Atlético-MG nas quartas-de-final da extinta competição. Além de Internacional, São Paulo e São Caetano, clubes como Palmeiras, Vasco, Paysandu e Grêmio também amargaram eliminações diante do atual campeão da Libertadores.

Independente dessa marca negativa dos brasileiros, Muricy Ramalho lembra que São Paulo e Boca Juniors estão entre as principais equipes da história do continente sul-americano. Portanto, a partida deve ser encarada como um clássico.

“Temos que tomar esse jogo como um clássico do futebol sul-americana e até mundial. A importância é não tanto pela competição e mais pelo jogo em si”, disse o comandante são-paulino. “Claro que ganhar deles será mais gostoso”, completou, na seqüência.

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