Depois de abrir a disputa de pênaltis em vantagem, o Brasil esteve muito próximo de dar adeus à Copa América logo na primeira série alternada, quando Fernando desperdiçou sua cobrança e deixou a vaga nos pés de Pablo Garcia. Por sorte, a bola também explodiu no poste.
Para o volante Mineiro, foi um milagre. “Estivemos muito perto de sair, mas aconteceu um milagre e conseguimos passar. O Uruguai esteve mais perto de ir para próxima fase. Enquanto o pênalti do Garcia não era batido, ficamos ansiosos, mas ainda bem que ele errou e podemos vencer”, desabafou.
A vaga na final, aliás, veio no erro do também ex-são-paulino Lugano. “Sempre que vi o Lugano batendo pênalti, ele batia forte. Mas ali passa muita coisa pela cabeça do atleta e a gente sabe que não é simplesmente chegar lá e bater. No final, caiu sobre ele esta responsabilidade”, comentou.
O volante Mineiro reconheceu ainda que a seleção brasileira “tem oscilado momentos bons e outros de pouca concentração”. “A equipe engrenou no começo do jogo, mas aí apagou a luz e a equipe deu uma esfriada”, analisou, citando a queda de energia de parte dos refletores do estádio, pouco após o primeiro gol do Brasil.
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A vaga na final, aliás, veio no erro do também ex-são-paulino Lugano. “Sempre que vi o Lugano batendo pênalti, ele batia forte. Mas ali passa muita coisa pela cabeça do atleta e a gente sabe que não é simplesmente chegar lá e bater. No final, caiu sobre ele esta responsabilidade”, comentou.
O volante Mineiro reconheceu ainda que a seleção brasileira “tem oscilado momentos bons e outros de pouca concentração”. “A equipe engrenou no começo do jogo, mas aí apagou a luz e a equipe deu uma esfriada”, analisou, citando a queda de energia de parte dos refletores do estádio, pouco após o primeiro gol do Brasil.
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