Uma das reclamações dos torcedores nas partidas dizia respeito ao acesso complicado de torcedores à arena. No entanto, o panorama ontem foi outro.
De acordo com o bancário Marcone Vasconcelos, chegar ao Mané Garrincha foi algo bastante fácil. “Decidi vir ao jogo às 17h30 e em meia-hora já estava dentro do estádio. Ainda passei pelo processo de estacionar o carro e comprar ingresso. As vans que venderam os ingressos ajudaram muito”, diz.
Porém, dentro da arena candanga uma das reclamações permanecem as mesmas. Os preços altos para adquirir alimentos dentro foram alvo de críticas do torcedores. A empresária Cléia Paiva foi uma das que reclamaram. “Paguei R$ 6 por um churros. Tudo custa esse preço, da pipoca ao churros. Acho que os preços poderiam ser mais acessíveis”, dispara.
Torcida do Papão presente
A final da Copa Verde é hoje, mas diversas bandeiras do Paysandu foram vistas em variados lugares nas arquibancadas do Mané. Espera-se que a torcida do Papão compareça em grande número para o jogo que definirá um dos brasileiros na Copa Sul-Americana em 2015.
Estádio apresenta melhorias
Na estreia de Flamengo e Goiás no Campeonato Brasileiro, muito pode se observar sobre o Mané Garrincha. Entre prós e contras, o saldo da arena foi positivo.
Problemas como a ausência de sinal de telefonia móvel, constante reclamação dos torcedores nos jogos anteriores no estádio, enfim, foram sanados, o que traz mais tranquilidade para aqueles que vierem à capital federal assistir aos jogos da Copa do Mundo.
Os quase dois meses sem jogos no Mané Garrincha (o último havia sido o empate em 0 x 0 de Gama x Brasiliense em 15 de fevereiro) fizeram bem ao gramado do estádio candango, que receberá sete jogos do Mundial.
Na partida de ontem, o gramado não apresentou problemas e os jogadores não tiveram dificuldades para trocar passes e chutar a gol. Os recentes confrontos entre as organizadas fizeram com que a polícia se posicionasse as nas arquibancadas.
A torcida do Flamengo em Brasília que sempre comparece em peso aos jogos, desta vez deixou a desejar. Nas arquibancadas, a presença maciça ficou nas laterais do campo. Poucos optaram por assistir atrás dos gols. O número de pagantes (19.015) foi bem menor do que a média alcançada pelo clube no ano passado, 40.561 pagantes por jogo. Uma queda de 47%. (L.M)