A irritação que as derrotas para América-RN e Náutico, no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, causou em Wanderley Luxemburgo é justificável. O técnico do Santos não acredita que os dois times nordestinos escaparão do rebaixamento para a Série B.
“Não se pode perder para o América, que é o lanterna, e para o Náutico, que vai cair”, voltou a reclamar Luxemburgo, durante palestra promovida pela Associação dos Cronistas do Estado de São Paulo (Aceesp).
Na segunda rodada, o Santos sofreu 3 x 2 do América-RN dentro da Vila Belmiro, assim como perdeu em seu estádio por 2 x 1 para o Náutico em 28 de julho. Durante muito tempo, os comandados de Luxemburgo remoeram os dois tropeços.
Do América-RN, o Santos conseguiu se vingar no último domingo, com uma goleada por 4 x 1. Luxemburgo comprovou a fragilidade do adversário nesta partida. “Não tem a mínima condição de estar disputando uma Série A”, determinou o treinador, que voltará a enfrentar o Náutico no dia 31 de outubro, em Recife.
Questionado sobre os motivos da decadência do futebol nordestino, Luxemburgo preferiu não se alongar. “É uma pergunta que não se pode responder rapidamente”, justificou. Atualmente, o América-RN é o lanterna do Nacional com dez pontos, enquanto o Náutico figura na antepenúltima colocação com 20. O também pernambucano Sport não vai tão mal; soma 28 no 11º lugar.
Lei Pelé
O time no qual Wanderley Luxemburgo se espelha é o rival São Paulo, líder do Brasileirão e único grande paulista que o técnico não dirigiu. “Quero que o Santos seja igual ao São Paulo, que oferece condições para atrair os jogadores. A Lei Pelé nada mais é que concorrência de mercado”, definiu, orgulhoso por ter vencido a disputa com o Tricolor por Zé Roberto.
Sobre a Lei Pelé, Luxemburgo manteve as propostas que passou a propagar em programas de televisão. “A lei sempre é positiva, mas é necessário um reparo urgente nela. Os empresários, hoje, têm muito poder no futebol. Seria importante federar os atletas com 13 anos e formular o primeiro contrato dos 16 aos 23, para proteger os clubes. Não tem como competir com outros mercados se não for assim”, sentenciou o técnico do Santos.
“Não se pode perder para o América, que é o lanterna, e para o Náutico, que vai cair”, voltou a reclamar Luxemburgo, durante palestra promovida pela Associação dos Cronistas do Estado de São Paulo (Aceesp).
Na segunda rodada, o Santos sofreu 3 x 2 do América-RN dentro da Vila Belmiro, assim como perdeu em seu estádio por 2 x 1 para o Náutico em 28 de julho. Durante muito tempo, os comandados de Luxemburgo remoeram os dois tropeços.
Do América-RN, o Santos conseguiu se vingar no último domingo, com uma goleada por 4 x 1. Luxemburgo comprovou a fragilidade do adversário nesta partida. “Não tem a mínima condição de estar disputando uma Série A”, determinou o treinador, que voltará a enfrentar o Náutico no dia 31 de outubro, em Recife.
Questionado sobre os motivos da decadência do futebol nordestino, Luxemburgo preferiu não se alongar. “É uma pergunta que não se pode responder rapidamente”, justificou. Atualmente, o América-RN é o lanterna do Nacional com dez pontos, enquanto o Náutico figura na antepenúltima colocação com 20. O também pernambucano Sport não vai tão mal; soma 28 no 11º lugar.
Lei Pelé
O time no qual Wanderley Luxemburgo se espelha é o rival São Paulo, líder do Brasileirão e único grande paulista que o técnico não dirigiu. “Quero que o Santos seja igual ao São Paulo, que oferece condições para atrair os jogadores. A Lei Pelé nada mais é que concorrência de mercado”, definiu, orgulhoso por ter vencido a disputa com o Tricolor por Zé Roberto.
Sobre a Lei Pelé, Luxemburgo manteve as propostas que passou a propagar em programas de televisão. “A lei sempre é positiva, mas é necessário um reparo urgente nela. Os empresários, hoje, têm muito poder no futebol. Seria importante federar os atletas com 13 anos e formular o primeiro contrato dos 16 aos 23, para proteger os clubes. Não tem como competir com outros mercados se não for assim”, sentenciou o técnico do Santos.