São-paulino de coração, Leandro não quer falar dos tempos vitoriosos que viveu no Corinthians. O jogador, que sofreu com problemas pessoais neste ano, espera voltar ao melhor de seu rendimento justamente contra o ex-clube, em jogo marcado para este sábado, no Morumbi.
“Clássico é diferente. Eu sempre jogo com um pouco mais de raiva, mas sem dar pancada em ninguém. É o tipo de confronto que você tem que sair sangrando de campo para ficar com a vitória”, afirmou o jogador, que ganhou o apelido de “Guerreiro” na conquista do tetracampeonato, em 2006.
A menção ao sangue, segundo o são-paulino, não tem nenhuma relação com as entradas duras que recebeu de Antônio Carlos (Santos) e Magrão (Corinthians) em clássicos recentes. A expressão está mais relacionada ao seu desejo de reconquistar a confiança da torcida definitivamente e acabar com a cobrança pela ineficiência do ataque.
“Tenho certeza que a rapaziada toda está guardando os gols para o clássico. Recebi muitas cartas de apoio e visita de torcedores no período difícil. Quero retribuir em campo e, se fizer um gol, tenho muita gente para agradecer”, disse o atacante, que tem atuado como meia.
Aos poucos, Leandro está procurando se adaptar à função da melhor forma possível. Na marcação, na recomposição tática, na saída rápida ao ataque, ele se encaixa perfeitamente ao estilo agressivo do São Paulo. Porém, quando o adversário se posta defensivamente, ele está tendo dificuldade.
“Falta cadenciar um pouco o jogo nessas horas. Estou procurando ficar atento a isso. Às vezes, você encontra o caminho mais rápido tocando três vezes na bola do que de primeira”, completou.
Para sair sangrando de campo, opções não vão faltar para Leandro neste sábado. O corintiano Pedro, por exemplo, disse antes do jogo contra o Palmeiras que em clássicos “do pescoço para baixo é tudo canela”. Em campo, ele foi cobrado pelas declarações e por pouco não provocou discussões mais ríspidas com os palmeirenses, na recente vitória alviverde, por 1 x 0.
“Clássico é diferente. Eu sempre jogo com um pouco mais de raiva, mas sem dar pancada em ninguém. É o tipo de confronto que você tem que sair sangrando de campo para ficar com a vitória”, afirmou o jogador, que ganhou o apelido de “Guerreiro” na conquista do tetracampeonato, em 2006.
A menção ao sangue, segundo o são-paulino, não tem nenhuma relação com as entradas duras que recebeu de Antônio Carlos (Santos) e Magrão (Corinthians) em clássicos recentes. A expressão está mais relacionada ao seu desejo de reconquistar a confiança da torcida definitivamente e acabar com a cobrança pela ineficiência do ataque.
“Tenho certeza que a rapaziada toda está guardando os gols para o clássico. Recebi muitas cartas de apoio e visita de torcedores no período difícil. Quero retribuir em campo e, se fizer um gol, tenho muita gente para agradecer”, disse o atacante, que tem atuado como meia.
Aos poucos, Leandro está procurando se adaptar à função da melhor forma possível. Na marcação, na recomposição tática, na saída rápida ao ataque, ele se encaixa perfeitamente ao estilo agressivo do São Paulo. Porém, quando o adversário se posta defensivamente, ele está tendo dificuldade.
“Falta cadenciar um pouco o jogo nessas horas. Estou procurando ficar atento a isso. Às vezes, você encontra o caminho mais rápido tocando três vezes na bola do que de primeira”, completou.
Para sair sangrando de campo, opções não vão faltar para Leandro neste sábado. O corintiano Pedro, por exemplo, disse antes do jogo contra o Palmeiras que em clássicos “do pescoço para baixo é tudo canela”. Em campo, ele foi cobrado pelas declarações e por pouco não provocou discussões mais ríspidas com os palmeirenses, na recente vitória alviverde, por 1 x 0.