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< !--/hotwords -- >O meia Júlio Baptista deve ser a grande surpresa de Dunga para a partida contra o Equador, a última da primeira fase da Copa América da Venezuela, na próxima quarta. No treino desta segunda, restrito aos jogadores que não participaram ou entraram no decorrer da vitória diante do Chile, o jogador do Arsenal-ING apareceu com moral após a boa participação no último domingo.
“Você tem que estar consciente de que a qualquer momento pode ser utilizado. Eu estou pronto se o treinador me chamar para a próxima partida e acho que todo jogador do grupo precisa pensar da mesma maneira”, destacou Júlio Baptista.
O recado do meia tem endereço certo, afinal Diego e Anderson, últimas apostas de Dunga, não se mostraram satisfeitos com as súbitas saídas dos titulares. O ex-santista atuou apenas 45 minutos na derrota para o México na estréia, foi substituído pelo ex-gremista e mostra que vem tentando esquecer a provável geladeira do treinador.
“Estou procurando encarar da melhor maneira possível a saída dos titulares. É claro que todo jogador que fica na reserva fica abatido, mas mantenho minha força e se tiver uma oportunidade, vou corresponder da melhor maneira possível”, destacou Diego.
O meia do Werder Bremen-ALE garante que Dunga não o procurou para explicar os motivos de sua saída da equipe, mas enfatiza que assimilou as opções do treinador e não quer ser responsabilizado pelo tropeço frente os mexicanos. “Ele tem as opções, temos que aceitá-la”, disse.
“Ficou claro que a estréia não foi bem para todos do time. É lógico que quando a equipe não ganha, existe a necessidade de buscar melhoras, mas nos 45 minutos em que joguei até agora eu tenho a consciência de que fui bem”, completou Diego.
Situação parecida a que Anderson atravessa. O jogador, recentemente contratado pelo Manchester United-ING, experimentou o posto de titular nos 45 minutos iniciais do duelo contra os chilenos. Substituído, viu do banco o Brasil desencantar, fazer mais dois gols e fechar o placar em 3 x 0. O discurso do gaúcho é de conciliação. “A gente tem a consciência que lutamos, buscamos as jogadas de ataque, mas a bola não entrou”, salientou.
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