O Internacional já está trabalhando duro para provar a inocência do zagueiro Marcão, pego no antidoping por uso da substância finasterida, encontrada em remédios contra a queda de cabelo. O advogado Norberto Flach, contratado pelo clube para fazer a defesa do jogador, já está terminando a argumentação prévia, que tem de ser entregue por escrito ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) antes do julgamento.
A principal base argumentativa do defensor será a de tentar provar que a quantidade de finasterida consumida pelo atleta não pode mascarar outras substâncias dopantes. Apesar de não ser considerada doping, a finasterida aumenta a concentração da urina podendo ocultar outras substâncias nos exames. Para isso, o advogado irá simular em laboratório os efeitos do remédio tomado por Marcão.
Outro braço da argumentação será com base em provas documentais. O jogador esteve em Curitiba, onde recolher laudos dos médicos do Atlético Paranaense, seu ex-clube, liberando o jogador para tomar o remédio contra queda de cabelo. Marcão, que não informou ao seu novo clube que tomava o medicamento, já voltou a Porto Alegre, mas ainda não treinou com o restante do grupo, fez apenas trabalhos físicos.
Como não poderia ser diferente, Norberto Flach não tem dúvidas quanto a inocência de seu cliente. “Tenho certeza da inocência do Marcão. Ele tomava esse remédio há mais de cinco anos e nunca havia tido problema em exames antidoping”, afirmou o advogado. Suspenso preventivamente por 30 dias, se for considerado culpado, Marcão pode pegar um gancho de 120 a 360 dias.
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Outro braço da argumentação será com base em provas documentais. O jogador esteve em Curitiba, onde recolher laudos dos médicos do Atlético Paranaense, seu ex-clube, liberando o jogador para tomar o remédio contra queda de cabelo. Marcão, que não informou ao seu novo clube que tomava o medicamento, já voltou a Porto Alegre, mas ainda não treinou com o restante do grupo, fez apenas trabalhos físicos.
Como não poderia ser diferente, Norberto Flach não tem dúvidas quanto a inocência de seu cliente. “Tenho certeza da inocência do Marcão. Ele tomava esse remédio há mais de cinco anos e nunca havia tido problema em exames antidoping”, afirmou o advogado. Suspenso preventivamente por 30 dias, se for considerado culpado, Marcão pode pegar um gancho de 120 a 360 dias.
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