Sem dó dos amigos, Gustavo promete ser guerreiro contra ex-clube
Paulo Amaral
Se a permanência do Paraná Clube na elite do futebol brasileiro em 2008 for depender dos ex-integrantes do clube, hoje no Palmeiras, o Tricolor de Curitiba está em maus lençóis. Um dia depois de o técnico Caio Júnior afirmar que não dará moleza ao antigo clube, foi a vez do zagueiro Gustavo falar sobre o assunto.
Contratado pelo Palmeiras depois de uma verdadeira novela envolvendo o Paraná Clube e o Schalke 04, da Alemanha, clube com quem assinou um pré-contrato depois de se destacar no Campeonato Brasileiro de 2006, Gustavo é hoje um dos pontos fortes do time de Caio Júnior.
Às vésperas de se reencontrar com os antigos companheiros, o camisa 26 do Verdão confessou que continua mantendo contato com alguns amigos, como o meia Beto, mas quando foi questionado se teria dó dele e dos demais paranistas pela crítica situação em que a equipe se encontra no Brasileirão, foi duro:
“O Beto é meu amigo, mas agora eu estou concentrado. Quando eu estou assim, sou um guerreiro que vai para a luta e não posso dar armas para ele”, disparou. “Sou profissional e estou vestindo a camisa do Palmeiras. O momento do Paraná é delicado, mas tenho que pensar na minha equipe”, completou.
Considerado um dos símbolos da raça do time alviverde, Gustavo também foi questionado se o rebaixamento faria bem ao Paraná, como falou que faria bem ao Corinthians pela desorganização que impera no rival.
“Não mudo uma linha do que falei sobre o Corinthians, pois é meu modo de pensar. Quanto ao Paraná, acho que vai lutar até a última rodada para não cair. Só depende dos jogadores”, opinou.
O jogador deixou claro por quem bate seu coração quando questionado se dói um pouco ver o clube que o projetou estar praticamente fora da Primeira Divisão em 2008. “Hoje visto a camisa do Palmeiras com orgulho e vontade, como já vesti a do Paraná. Sai de lá campeão estadual e classificado para a Libertadores e hoje eles estão em situação difícil, mas são só eles mesmo que podem se ajudar”, finalizou.
Contratado pelo Palmeiras depois de uma verdadeira novela envolvendo o Paraná Clube e o Schalke 04, da Alemanha, clube com quem assinou um pré-contrato depois de se destacar no Campeonato Brasileiro de 2006, Gustavo é hoje um dos pontos fortes do time de Caio Júnior.
Às vésperas de se reencontrar com os antigos companheiros, o camisa 26 do Verdão confessou que continua mantendo contato com alguns amigos, como o meia Beto, mas quando foi questionado se teria dó dele e dos demais paranistas pela crítica situação em que a equipe se encontra no Brasileirão, foi duro:
“O Beto é meu amigo, mas agora eu estou concentrado. Quando eu estou assim, sou um guerreiro que vai para a luta e não posso dar armas para ele”, disparou. “Sou profissional e estou vestindo a camisa do Palmeiras. O momento do Paraná é delicado, mas tenho que pensar na minha equipe”, completou.
Considerado um dos símbolos da raça do time alviverde, Gustavo também foi questionado se o rebaixamento faria bem ao Paraná, como falou que faria bem ao Corinthians pela desorganização que impera no rival.
“Não mudo uma linha do que falei sobre o Corinthians, pois é meu modo de pensar. Quanto ao Paraná, acho que vai lutar até a última rodada para não cair. Só depende dos jogadores”, opinou.
O jogador deixou claro por quem bate seu coração quando questionado se dói um pouco ver o clube que o projetou estar praticamente fora da Primeira Divisão em 2008. “Hoje visto a camisa do Palmeiras com orgulho e vontade, como já vesti a do Paraná. Sai de lá campeão estadual e classificado para a Libertadores e hoje eles estão em situação difícil, mas são só eles mesmo que podem se ajudar”, finalizou.