Após a conquista da medalha de ouro da seleção brasileira nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro com mais de 70 mil pessoas lotando o Maracanã, o ministro do Esporte, Orlando Silva, prometeu às jogadoras que viabilizaria a criação de uma liga nacional no país. Menos de um mês depois, a promessa está cumprida. Pelo menos no papel.
O governo anunciou nesta terça-feira que a Caixa Econômica Federal (CEF) patrocinará um campeonato profissional para que as atletas se mantenham em atividade no Brasil. O início da competição, a duração, o formato e os participantes ainda não foram definidos, assim como o valor e o tempo de contrato com a CEF.
Atualmente, poucos clubes têm equipes femininas – a maioria delas, com estrutura amadora. Diante disso, as principais estrelas brasileiras atuam no exterior, casos, por exemplo, da meia Marta (Umea-SUE) e da atacante Kátia Cilene (Lyon-FRA). As atletas que atuam no país acabam jogando por mais de uma equipe ou se aventurando no futsal para complementar a renda.
O dinheiro do patrocínio não será administrado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), uma vez que a entidade não recebe verbas públicas por já contar com apoio da empresas privadas. A CBF, assim, dará o aval para que uma empresa ou uma entidade, como o Clube dos 13, organize a liga feminina.
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Atualmente, poucos clubes têm equipes femininas – a maioria delas, com estrutura amadora. Diante disso, as principais estrelas brasileiras atuam no exterior, casos, por exemplo, da meia Marta (Umea-SUE) e da atacante Kátia Cilene (Lyon-FRA). As atletas que atuam no país acabam jogando por mais de uma equipe ou se aventurando no futsal para complementar a renda.
O dinheiro do patrocínio não será administrado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), uma vez que a entidade não recebe verbas públicas por já contar com apoio da empresas privadas. A CBF, assim, dará o aval para que uma empresa ou uma entidade, como o Clube dos 13, organize a liga feminina.
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