Com festival de gols perdidos, Ponte empata e não entra no G-4
O jogo que poderia levar a Ponte Preta de volta ao G-4, o grupo dos quatro que conquistam o acesso na Série B do Campeonato Brasileiro, quase não terminou. Tudo por conta de falhas nos refletores do lado direito do estádio Mané Garrincha, que se apagaram ainda no primeiro tempo da partida, aos 27 minutos.
A partida ficou paralisada por mais de 40 minutos antes de o árbitro Fábio Calábria ouvir a explicação técnica de um engenheiro, assegurando que em outros dez minutos o confronto seria reiniciado. Mesmo após ambos os técnicos concordarem em disputar o jogo no dia seguinte, o carioca manteve sua posição e deu continuidade ao embate.
Após todos os problemas da iluminação serem resolvidos, a Ponte acordou e saiu na frente, mas os candangos conseguiram chegar ao empate por 1 x 1, que não foi bom para nenhum dos dois times: os sonhos do Gama de se distanciar da zona do rebaixamento e da Macaca de entrar novamente no G-4 foram adiados, já que os visitantes somam 29 pontos, um a menos que o quarto colocado Vitória, e o time da casa tem 26.
O jogo: O Gama começou bem o jogo, aproveitando-se do fator casa. Logo aos 11 minutos, Val Baiano recebeu cruzamento e, de cabeça, mandou a bola para fora, assustando o goleiro Denis. Quatro minutos depois, Rodrigo Ninja cruzou para o mesmo Val Baiano, que perdeu gol praticamente feito.
A paralisação por falta de luz, no entanto, fez bem à Ponte Preta, que voltou mais “acesa”. Nove minutos depois de a bola voltar a rolar, Fernando cruzou da esquerda e Júlio César apareceu para cabecear no contrapé de Juninho e fazer 1 x 0 para a Macaca, aos 36.
O Gama tentou reagir ainda no primeiro tempo. Aos 41, Bebeto chutou forte, mas Denis defendeu no chão. E esta foi a última chance real de gol antes do intervalo da partida.
Já no segundo tempo, o panorama não mudou. Em um jogo que parecia coletivo de ataque contra defesa, a Ponte sempre levava perigo ao gol candango. O problema era a falta de pontaria dos paulistas. Aliás, de um paulista: o camisa 1º Héverton.
O meio-campista já havia perdido um gol feito no primeiro tempo em jogada muito parecida à do gol. Na segunda etapa, porém, Héverton se superou. Logo aos sete minutos, ele recebeu de Vanderlei, que havia driblado o goleiro Juninho e tocado para o meia. Sem goleiro, dentro da pequena área, o camisa 10 conseguiu chutar a bola no travessão, perdendo a melhor chance da partida.
Como se não bastasse, cinco minutos depois o mesmo Héverton perdeu outro “gol feito”. Ele recebeu novamente dentro da área e chutou em cima do zagueiro, quando só tinha este e o goleiro Juninho, já batido no lance.
Mas não foi apenas Héverton que perdeu gols. Aos 22, Júlio César cobrou uma falta com uma pancada, mas a bola novamente explodiu no travessão da equipe candanga, que se salvava como podia.
Com o time todo no ataque, o Gama dava ainda mais espaços para a Macaca, que desperdiçava cada posse de bola em que chegava na área de Juninho. Ora o passe saía errado, ora a finalização saía torta.
Se a Ponte desperdiçava chances, o mesmo não aconteceu com o Gama. Na única grande oportunidade que teve no segundo tempo, o time alviverde empatou, castigando a Macaca pelo número de gols perdidos.
Aos 40 minutos, Val Baiano recebeu dentro da área e bateu no travessão. A bola sobrou para Paulo Matos, que pegou um chute “na veia” da bola e fez o gol de empate dos candangos.
Daí para frente, outras duas chances claríssimas de gol, uma para cada lado. Alex Terra recebeu dentro da área sozinho, de frente para as redes de Juninho, mas jogou a bola na arquibancada. Do outro lado, Paulo Matos chutou outra bola no canto de Denis, mas o goleiro paulista fez ótima defesa.
Porém, o empate foi o resultado final. Na próxima rodada, a Ponte Preta enfrenta o Paulista, no Majestoso. Já o Gama vai até o Paraná para enfrentar o Coritiba. Ambas as partidas serão na próxima terça-feira.
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A partida ficou paralisada por mais de 40 minutos antes de o árbitro Fábio Calábria ouvir a explicação técnica de um engenheiro, assegurando que em outros dez minutos o confronto seria reiniciado. Mesmo após ambos os técnicos concordarem em disputar o jogo no dia seguinte, o carioca manteve sua posição e deu continuidade ao embate.
Após todos os problemas da iluminação serem resolvidos, a Ponte acordou e saiu na frente, mas os candangos conseguiram chegar ao empate por 1 x 1, que não foi bom para nenhum dos dois times: os sonhos do Gama de se distanciar da zona do rebaixamento e da Macaca de entrar novamente no G-4 foram adiados, já que os visitantes somam 29 pontos, um a menos que o quarto colocado Vitória, e o time da casa tem 26.
O jogo: O Gama começou bem o jogo, aproveitando-se do fator casa. Logo aos 11 minutos, Val Baiano recebeu cruzamento e, de cabeça, mandou a bola para fora, assustando o goleiro Denis. Quatro minutos depois, Rodrigo Ninja cruzou para o mesmo Val Baiano, que perdeu gol praticamente feito.
A paralisação por falta de luz, no entanto, fez bem à Ponte Preta, que voltou mais “acesa”. Nove minutos depois de a bola voltar a rolar, Fernando cruzou da esquerda e Júlio César apareceu para cabecear no contrapé de Juninho e fazer 1 x 0 para a Macaca, aos 36.
O Gama tentou reagir ainda no primeiro tempo. Aos 41, Bebeto chutou forte, mas Denis defendeu no chão. E esta foi a última chance real de gol antes do intervalo da partida.
Já no segundo tempo, o panorama não mudou. Em um jogo que parecia coletivo de ataque contra defesa, a Ponte sempre levava perigo ao gol candango. O problema era a falta de pontaria dos paulistas. Aliás, de um paulista: o camisa 1º Héverton.
O meio-campista já havia perdido um gol feito no primeiro tempo em jogada muito parecida à do gol. Na segunda etapa, porém, Héverton se superou. Logo aos sete minutos, ele recebeu de Vanderlei, que havia driblado o goleiro Juninho e tocado para o meia. Sem goleiro, dentro da pequena área, o camisa 10 conseguiu chutar a bola no travessão, perdendo a melhor chance da partida.
Como se não bastasse, cinco minutos depois o mesmo Héverton perdeu outro “gol feito”. Ele recebeu novamente dentro da área e chutou em cima do zagueiro, quando só tinha este e o goleiro Juninho, já batido no lance.
Mas não foi apenas Héverton que perdeu gols. Aos 22, Júlio César cobrou uma falta com uma pancada, mas a bola novamente explodiu no travessão da equipe candanga, que se salvava como podia.
Com o time todo no ataque, o Gama dava ainda mais espaços para a Macaca, que desperdiçava cada posse de bola em que chegava na área de Juninho. Ora o passe saía errado, ora a finalização saía torta.
Se a Ponte desperdiçava chances, o mesmo não aconteceu com o Gama. Na única grande oportunidade que teve no segundo tempo, o time alviverde empatou, castigando a Macaca pelo número de gols perdidos.
Aos 40 minutos, Val Baiano recebeu dentro da área e bateu no travessão. A bola sobrou para Paulo Matos, que pegou um chute “na veia” da bola e fez o gol de empate dos candangos.
Daí para frente, outras duas chances claríssimas de gol, uma para cada lado. Alex Terra recebeu dentro da área sozinho, de frente para as redes de Juninho, mas jogou a bola na arquibancada. Do outro lado, Paulo Matos chutou outra bola no canto de Denis, mas o goleiro paulista fez ótima defesa.
Porém, o empate foi o resultado final. Na próxima rodada, a Ponte Preta enfrenta o Paulista, no Majestoso. Já o Gama vai até o Paraná para enfrentar o Coritiba. Ambas as partidas serão na próxima terça-feira.
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