A massa tem motivos para ficar preocupada com o futuro do Atlético-MG no Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado, no complemento da décima rodada, o Galo novamente jogou abaixo das expectativas, levou mais um gol após os 40 minutos do segundo tempo e perdeu para o Grêmio por 1 x 0 em pleno Mineirão.
É o quarto jogo seguido do Alvinegro sem vitória na competição, evidenciando os velhos problemas do elenco neste Brasileirão. Assim como no 1 a 1 com o Flamengo, Vanderlei saiu de campo vaiado, os meias armadores pouco produziram e o time sentiu a ausência de Coelho, sua principal arma na temporada.
Mesmo tendo muito mais qualidade técnica que o rival mineiro, os gaúchos decepcionaram pela postura defensiva. Tiveram chances concretas de aumentar a vantagem a seu favor, mas a maior parte do tempo foi dedicado a se defender, desnecessariamente.
O gol do jogo foi marcado por Diego Souza, aos 42 minutos do segundo tempo, em jogada individual. O jogador invadiu a área pelo lado esquerdo e chutou cruzado na saída de Diego. O Tricolor ainda perdeu o lateral-esquerdo Bruno teles, contundido logo aos nove minutos de jogo, mas encerra um jejum de 23 anos sem vitórias sobre o Atlético em Belo Horizonte.
Problemas para o técnico Zetti, que vê o Galo somar apenas dois de 12 pontos em disputa. A equipe segue em 14º lugar, estacionada nos 13 pontos, e na próxima rodada enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro. O Grêmio, após um início tumultuado, está invicto há quatro partidas e já é o quarto, com 16 pontos, entrando na briga por uma vaga na Libertadores. O próximo adversário será o Palmeiras, no Olímpico. Ambos os jogos serão no sábado.
No empate com o Flamengo, uma das principais críticas da massa foi contra o ataque, considerado displicente. Logo nos primeiros instantes do duelo deste sábado, os atleticanos puderam notar a diferença com a entrada de Tchô no meio-campo. Na velocidade, demorou cinco minutos para o Galo assustar. Danilinho fez boa jogada pela direita, passou pela marcação e rolou para o centro da área. A jovem revelação alvinegra dominou e emendou o chute, Saja estava batido no lance e Patrício salvou em cima da linha.
As coisas para os gaúchos no Mineirão estava m complicadas. Com menos de dez minutos, o lateral-esquerdo Bruno Teles sofreu uma torção no joelho esquerdo e teve de ser substituído por Thiego. Melhor para o Galo, que seguia mandando no jogo pelo lado direito, seu ponto forte. Aos 18, Luisinho Netto arrancou e cruzou na medida. Novamente Saja estava batido, mas Vanderlei não conseguiu o desvio.
A massa já perdia a paciência nas arquibancadas, pedindo a entrada de outra revelação: Paulo Henrique. O Grêmio aproveitou e esboçava um crescimento, mas a zaga alvinegra cumpria o seu papel e impedia chances mais concretas. Restava a Tchô a responsabilidade de conduzir ao Galo. Aos 29, em jogada idêntica a do começo do jogo, Danilinho levou a marcação e tocou rasteiro para o meia, que chutou à direita de Saja.
O jogo caiu de nível e nem mesmo a correria de Tchô conseguia dar ânimo ao Galo. O Grêmio então foi à frente. Sandro Gaúcho ficou mais adiantado e formou uma forte trinca com Lúcio e Diego Souza que levou perigo no final do primeiro tempo. Aos 28, Lúcio cobrou falta e exigiu uma boa defesa de Diego. O arqueiro dos mandantes também apareceu bem aos 40, quando defendeu chute de longe de Diego Souza. O bombardeio ainda continuou dois minutos depois. Ramón apareceu livre na frente da área e finalizou, mas o camisa 1 conseguiu espalmar.
Na volta do intervalo, a pasmaceira continuou, com nenhuma das duas equipes se arriscando no ataque. Quando isso acontecia, o resultado era desanimador. A monotonia só foi quebrada aos 14, quando Lúcio recebeu passe de Diego Souza e mandou um passe alto para Ramon. O atacante pegou mal na bola e Diego defendeu sem dificuldades.
Zetti resolveu atender os apelos da arquibancada e colocou Paulo Henrique em campo no lugar do vaiado Vanderlei. O resultado não saiu como esperado e a única chance criada pelo atacante foi aos 17. Éder Luís fez boa jogada pela direita, levou a marcação, invadiu a área, fintou o goleiro Saja e rolou para trás. Com o gol vazio, o garoto mandou para fora.
O técnico Mano Menezes apostava na defesa, aprovou o empate sem gols, mas os jogadores do Tricolor gaúcho sentiram que o momento era propício, diante da fragilidade do adversário. Aos 35, Ramón entrou na grande área e finalizou para fora. O Galo não teve a mesma sorte pouco depois, aos 42, quando Diego Souza invadiu a área pela direita e chutou na saída de Diego para marcar, quebrar um tabu de 23 anos e aumentar ainda mais o desespero alvinegro.
É o quarto jogo seguido do Alvinegro sem vitória na competição, evidenciando os velhos problemas do elenco neste Brasileirão. Assim como no 1 a 1 com o Flamengo, Vanderlei saiu de campo vaiado, os meias armadores pouco produziram e o time sentiu a ausência de Coelho, sua principal arma na temporada.
Mesmo tendo muito mais qualidade técnica que o rival mineiro, os gaúchos decepcionaram pela postura defensiva. Tiveram chances concretas de aumentar a vantagem a seu favor, mas a maior parte do tempo foi dedicado a se defender, desnecessariamente.
O gol do jogo foi marcado por Diego Souza, aos 42 minutos do segundo tempo, em jogada individual. O jogador invadiu a área pelo lado esquerdo e chutou cruzado na saída de Diego. O Tricolor ainda perdeu o lateral-esquerdo Bruno teles, contundido logo aos nove minutos de jogo, mas encerra um jejum de 23 anos sem vitórias sobre o Atlético em Belo Horizonte.
Problemas para o técnico Zetti, que vê o Galo somar apenas dois de 12 pontos em disputa. A equipe segue em 14º lugar, estacionada nos 13 pontos, e na próxima rodada enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro. O Grêmio, após um início tumultuado, está invicto há quatro partidas e já é o quarto, com 16 pontos, entrando na briga por uma vaga na Libertadores. O próximo adversário será o Palmeiras, no Olímpico. Ambos os jogos serão no sábado.
No empate com o Flamengo, uma das principais críticas da massa foi contra o ataque, considerado displicente. Logo nos primeiros instantes do duelo deste sábado, os atleticanos puderam notar a diferença com a entrada de Tchô no meio-campo. Na velocidade, demorou cinco minutos para o Galo assustar. Danilinho fez boa jogada pela direita, passou pela marcação e rolou para o centro da área. A jovem revelação alvinegra dominou e emendou o chute, Saja estava batido no lance e Patrício salvou em cima da linha.
As coisas para os gaúchos no Mineirão estava m complicadas. Com menos de dez minutos, o lateral-esquerdo Bruno Teles sofreu uma torção no joelho esquerdo e teve de ser substituído por Thiego. Melhor para o Galo, que seguia mandando no jogo pelo lado direito, seu ponto forte. Aos 18, Luisinho Netto arrancou e cruzou na medida. Novamente Saja estava batido, mas Vanderlei não conseguiu o desvio.
A massa já perdia a paciência nas arquibancadas, pedindo a entrada de outra revelação: Paulo Henrique. O Grêmio aproveitou e esboçava um crescimento, mas a zaga alvinegra cumpria o seu papel e impedia chances mais concretas. Restava a Tchô a responsabilidade de conduzir ao Galo. Aos 29, em jogada idêntica a do começo do jogo, Danilinho levou a marcação e tocou rasteiro para o meia, que chutou à direita de Saja.
O jogo caiu de nível e nem mesmo a correria de Tchô conseguia dar ânimo ao Galo. O Grêmio então foi à frente. Sandro Gaúcho ficou mais adiantado e formou uma forte trinca com Lúcio e Diego Souza que levou perigo no final do primeiro tempo. Aos 28, Lúcio cobrou falta e exigiu uma boa defesa de Diego. O arqueiro dos mandantes também apareceu bem aos 40, quando defendeu chute de longe de Diego Souza. O bombardeio ainda continuou dois minutos depois. Ramón apareceu livre na frente da área e finalizou, mas o camisa 1 conseguiu espalmar.
Na volta do intervalo, a pasmaceira continuou, com nenhuma das duas equipes se arriscando no ataque. Quando isso acontecia, o resultado era desanimador. A monotonia só foi quebrada aos 14, quando Lúcio recebeu passe de Diego Souza e mandou um passe alto para Ramon. O atacante pegou mal na bola e Diego defendeu sem dificuldades.
Zetti resolveu atender os apelos da arquibancada e colocou Paulo Henrique em campo no lugar do vaiado Vanderlei. O resultado não saiu como esperado e a única chance criada pelo atacante foi aos 17. Éder Luís fez boa jogada pela direita, levou a marcação, invadiu a área, fintou o goleiro Saja e rolou para trás. Com o gol vazio, o garoto mandou para fora.
O técnico Mano Menezes apostava na defesa, aprovou o empate sem gols, mas os jogadores do Tricolor gaúcho sentiram que o momento era propício, diante da fragilidade do adversário. Aos 35, Ramón entrou na grande área e finalizou para fora. O Galo não teve a mesma sorte pouco depois, aos 42, quando Diego Souza invadiu a área pela direita e chutou na saída de Diego para marcar, quebrar um tabu de 23 anos e aumentar ainda mais o desespero alvinegro.