A fase do São Paulo é ótima, mas o clima no clube ainda mantém resquícios do momento de turbulência. Muricy Ramalho continua só respondendo às perguntas que abordam aspectos positivos de sua equipe e os atacantes seguem evitando as entrevistas. Na ausência deles, os zagueiros posam juntos para fotos e exaltam as estatísticas impressionantes que vêm construindo neste Campeonato Brasileiro: sofreram apenas dois gols em nove jogos.
Disputando a Copa América na Venezuela, Alex Silva observa, à distância, o grande momento dos colegas. Longe da badalação do CT da Barra Funda, o antigo titular do São Paulo convive com a ansiedade na criticada seleção brasileira do técnico Dunga. O são-paulino pode até ser improvisado na lateral direita durante a partida deste sábado, válida pelas quartas-de-final da competição, contra o Chile.
Segundo seus companheiros de clube, Alex Silva vai precisar manter alto nível técnico se quiser permanecer no time titular quando retornar ao Brasil. O menino Breno, de 17 anos, tem se destacado e feito ótimas partidas ao lado de André Dias e Miranda.
“Ninguém é insubstituível. O Alex tem a qualidade dele, mas o Muricy terá uma grande dor de cabeça quando ele voltar”, admite André Dias, que elogiou muito o companheiro. “A briga pelas vagas lá atrás será boa. Afinal, ninguém chega à seleção brasileira por acaso”, ressaltou.
Miranda não quis se comprometer e deixou a análise para o treinador. “Não faço a menor idéia como o Muricy vai encontrar lugar para o Alex Silva depois da Copa América, mas ele é um técnico experiente e o que ele decidir será respeitado”, opinou o zagueiro, que tem propostas do futebol estrangeiro. “Minha vontade, no entanto, é só deixar o São Paulo se for para jogar em um dos times grandes da Europa”, explicou Miranda.
As palavras expõem o respeito entre os zagueiros são-paulinos. Na prática, entretanto, a utilização de Alex Silva está garantida. Ele tem despertado o interesse de vários clubes europeus, mas o presidente do Tricolor, Juvenal Juvêncio, costurou acordo com o empresário Juan Figger para mantê-lo no elenco pelo menos até os Jogos Olímpicos de Pequim de 2008, competição que deve valorizá-lo ainda mais em caso de nova convocação.
Alex Silva está emprestado ao São Paulo pelo Iraty-PR até 29 de junho de 2008, mas não deve sair do Tricolor sem deixar uma boa compensação financeira ao clube que o recuperou e lhe abriu espaço em grandes torneios. Juan Figger tem ótimo relacionamento com a diretoria são-paulina e recentemente viveu situação parecida com Lugano. O jogador uruguaio chegou como um completo desconhecido ao Brasil e saiu muito valorizado do Morumbi rumo à Turquia, onde defende o Fenerbahce.
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< !--/hotwords -- >Disputando a Copa América na Venezuela, Alex Silva observa, à distância, o grande momento dos colegas. Longe da badalação do CT da Barra Funda, o antigo titular do São Paulo convive com a ansiedade na criticada seleção brasileira do técnico Dunga. O são-paulino pode até ser improvisado na lateral direita durante a partida deste sábado, válida pelas quartas-de-final da competição, contra o Chile.
Segundo seus companheiros de clube, Alex Silva vai precisar manter alto nível técnico se quiser permanecer no time titular quando retornar ao Brasil. O menino Breno, de 17 anos, tem se destacado e feito ótimas partidas ao lado de André Dias e Miranda.
“Ninguém é insubstituível. O Alex tem a qualidade dele, mas o Muricy terá uma grande dor de cabeça quando ele voltar”, admite André Dias, que elogiou muito o companheiro. “A briga pelas vagas lá atrás será boa. Afinal, ninguém chega à seleção brasileira por acaso”, ressaltou.
Miranda não quis se comprometer e deixou a análise para o treinador. “Não faço a menor idéia como o Muricy vai encontrar lugar para o Alex Silva depois da Copa América, mas ele é um técnico experiente e o que ele decidir será respeitado”, opinou o zagueiro, que tem propostas do futebol estrangeiro. “Minha vontade, no entanto, é só deixar o São Paulo se for para jogar em um dos times grandes da Europa”, explicou Miranda.
As palavras expõem o respeito entre os zagueiros são-paulinos. Na prática, entretanto, a utilização de Alex Silva está garantida. Ele tem despertado o interesse de vários clubes europeus, mas o presidente do Tricolor, Juvenal Juvêncio, costurou acordo com o empresário Juan Figger para mantê-lo no elenco pelo menos até os Jogos Olímpicos de Pequim de 2008, competição que deve valorizá-lo ainda mais em caso de nova convocação.
Alex Silva está emprestado ao São Paulo pelo Iraty-PR até 29 de junho de 2008, mas não deve sair do Tricolor sem deixar uma boa compensação financeira ao clube que o recuperou e lhe abriu espaço em grandes torneios. Juan Figger tem ótimo relacionamento com a diretoria são-paulina e recentemente viveu situação parecida com Lugano. O jogador uruguaio chegou como um completo desconhecido ao Brasil e saiu muito valorizado do Morumbi rumo à Turquia, onde defende o Fenerbahce.
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