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Futebol

França é esnobada por treinador suíço

Arquivo Geral

15/06/2014 11h30

Jogadores e técnico de Suíça e Equador  sentiram ontem o clima da estreia no Mundial. As duas equipes, que duelam às 13h no estádio Mané Garrincha, fizeram o reconhecimento do gramado da arena e concederam entrevista coletiva.  

O comandante   da equipe euripeia, Ottmar Hitzfeld foi quem mais  falou. Além de destacar que o rival não é apenas “Valencia e mais dez”, aproveitou para cutucar outro adversário do grupo: a França. 

“É um time excelente (o Equador), que não tem apenas Antonio Valencia. É um time forte com outros grandes nomes, tais como Felipe Caicedo e Christian Noboa”, destacou o comandante, referindo-se aos atletas do Lokomotiv Moscou-RUS e Dínamo Moscou-RUS.

Além de citar os principais nomes rivais, ele  esnobou a  França  e cravou que Suíça e Equador são os favoritos no Grupo E.

“A França tem um futebol muito bom e forte. Mas pelo número de pontos que temos (no ranking da Fifa), conseguimos ficar à frente e como cabeças de chave. O Equador vem  em seguida”, crava.

Eliminado  na primeira fase na Copa de 2010, na África do Sul, Hitzfeld adota um discurso modesto para a atual competição . “O meu sonho é chegar às oitavas. Se passarmos disso, traçaremos outros objetivos”, disse o comandante. 

COMPARAÇÃO

Do outro lado, o Equador  espera que as informações do atacante  Felipe Caicedo, de 25 anos, sejam  úteis.  

O atleta, que hoje  defende o Al-Jazira-EAU, foi revelado  pelo  Basel, da Suíça, onde jogou entre 2005 e 2008. “Eles jogam parecido com a Alemanha. É uma seleção muito tática e disciplinada, com muitos jogadores jovens, assim como nós”, analisou o atleta com 48 partidas e 15 gols pelo Equador. 

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Volante do Manchester United, Antonio Valencia é a grande esperança do Equador para alavancar a equipe nesta edição da Copa do Mundo. Durante o Mundial de 2006, na Alemanha, a Fifa realizou uma pesquisa para eleger o melhor jogador jovem do torneio. Valencia era um dos candidatos, junto com Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Lukas Podolski, Cesc Fàbregas, Andrés Guardado e Tranquillo Barnetta. Nascido em Nueva Loja e na seleção do país desde 2004, o atleta foi citado com muita frequência pelo técnico da Suíça como possível ameaça para o  jogo de hoje.
 
Nova chance para Behrami
 
Na expectativa da estreia, o elenco suíço ainda convive com fantasmas do passado e luta para fazer diferente em  solo brasileiro. 
 
O meia Valon Behrami destacou a fatídica expulsão na África do Sul, no empate contra Honduras,  que rendeu a eliminação  suíça  na primeira fase – a equipe integrou o Grupo H, ao lado da campeã Espanha, Chile e Honduras. 
 
“Sei que fiz muita besteira no passado e pisei na bola. Apesar disso, hoje me sinto muito mais maduro para lutar pelo título”, afirma o jogador de 29 anos. 
Ele e a equipe foram os primeiros estrangeiros da Copa do Mundo a testarem o gramado.
 
O técnico Ottmar Hitzfeld tem ao seu dispor um elenco relativamente jovem. Ciente disso, ele  faz um balanço da equipe.  “Vejo com bons olhos o meu elenco, mas as dificuldades ficarão a cargo do técnico rival”, alfineta Hitzfeld.
 
Diferentemente do treino dos europeus, os sul-americanos deixaram a tensão de lado e fizeram um trabalho descontraído na capital.
 
O  meia João Rojas completou  25 anos   e foi “premiado” com brincadeiras dos colegas. (K.M.O)
 

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