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Futebol

Ex-parceiro de Somália, Luiz Henrique espera se dar bem com Max

Arquivo Geral

27/09/2007 0h00



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Quarto colocado no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras sofre com a ausência de um artilheiro. Prova disso é que os 34 gols marcados pela equipe até o momento tiveram 13 autores diferentes, com destaque para Valdívia, autor de seis tentos na competição.

Contratado junto ao São Caetano depois de se destacar no Campeonato Paulista atuando ao lado de Somália, goleador máximo do Estadual, o veloz Luiz Henrique, que já balançou as redes duas vezes no Brasileirão, tentou analisar a variedade de “artilheiros” no time como fato positivo, mas acabou admitindo: um matador poderia tornar as coisas mais fáceis.

“O Palmeiras não tem aquele jogador que você olha e diz que é o artilheiro. Zagueiro marca, lateral marca, meia marca e atacante marca. Isso ajuda muito a gente, mas é lógico que um artilheiro que está sempre fazendo um ou dois gols por jogo seria bom”.

Questionado sobre o desempenho de Max, atual dono do comando de ataque palmeirense, Luiz Henrique elogiou o companheiro e apostou que pode repetir ao lado do camisa 20 a dupla de sucesso que fez com Somália no Azulão do ABC.

“Me acostumei a jogar com o Somália e, quando pegava na bola, sabia onde ele iria estar. Com o Max eu joguei pouco, mas ele também tem características de centroavante. Ele está tendo uma seqüência agora e, quando se joga muito tempo com um jogador, facilita”, finalizou.

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