Os preparativos do Equador para encarar o Brasil nesta quarta-feira, no Maracanã, gerou sentimentos diferentes entre os jogadores. Todos comemoraram o fato de jogar pela primeira vez no tradicional estádio brasileiro, mas criticaram o gramado e a organização, que testava o sistema de som.
Um triunfo é visto como uma grande chance de entrar na história do futebol equatoriano. Apesar de o time sub-20 ter sido campeão pan-americano no Maracanã, apenas um dos convocados para partida pelas Eliminatórias atuou no estádio: De La Cruz, que já passou pelo Cruzeiro. Porém, até o lateral se vê como estreante na arena.
“Joguei aqui contra o Flamengo quando estava no Cruzeiro, foi uma experiência maravilhosa. Mas agora é completamente diferente. Será a primeira vez de todos nós nesse estádio. Uma emoção especial que entrará para a história do futebol do Equador. Vamos enfrentar um grande time, como grandes estrelas”, aponta.
“Será especial e histórico. E seria ainda melhor se eu pudesse marcar o gol da vitória. Treinar aqui já foi especial, imagina como será na hora do jogo?”, emenda Benitez.
Os treinos no Maracanã, contudo, não trazem somente boas recordações aos equatorianos. Nessa terça-feira, as atividades comandadas pelo técnico Suares foram atrapalhadas pelo alto som da música colocada pela organização do estádio.
“O barulho atrapalhou um pouco, não estamos muito acostumados com esse tipo de coisa. O técnico teve que pedir ara que o som fosse desligado, não dava para ouvir as instruções dele”, contou De La Cruz.
E até o gramado, já criticado pelo auxiliar-técnico brasileiro Jorginho, não foi bem visto pelos jogadores do Equador. “O estado do gramado não está muito bom, mas não dá mais tempo para nada. Não há o que ser feito. Ficará um pouco complicado para tocarmos a bola, mas temos que jogar. Não tem jeito”, reclamou Benitez.
Um triunfo é visto como uma grande chance de entrar na história do futebol equatoriano. Apesar de o time sub-20 ter sido campeão pan-americano no Maracanã, apenas um dos convocados para partida pelas Eliminatórias atuou no estádio: De La Cruz, que já passou pelo Cruzeiro. Porém, até o lateral se vê como estreante na arena.
“Joguei aqui contra o Flamengo quando estava no Cruzeiro, foi uma experiência maravilhosa. Mas agora é completamente diferente. Será a primeira vez de todos nós nesse estádio. Uma emoção especial que entrará para a história do futebol do Equador. Vamos enfrentar um grande time, como grandes estrelas”, aponta.
“Será especial e histórico. E seria ainda melhor se eu pudesse marcar o gol da vitória. Treinar aqui já foi especial, imagina como será na hora do jogo?”, emenda Benitez.
Os treinos no Maracanã, contudo, não trazem somente boas recordações aos equatorianos. Nessa terça-feira, as atividades comandadas pelo técnico Suares foram atrapalhadas pelo alto som da música colocada pela organização do estádio.
“O barulho atrapalhou um pouco, não estamos muito acostumados com esse tipo de coisa. O técnico teve que pedir ara que o som fosse desligado, não dava para ouvir as instruções dele”, contou De La Cruz.
E até o gramado, já criticado pelo auxiliar-técnico brasileiro Jorginho, não foi bem visto pelos jogadores do Equador. “O estado do gramado não está muito bom, mas não dá mais tempo para nada. Não há o que ser feito. Ficará um pouco complicado para tocarmos a bola, mas temos que jogar. Não tem jeito”, reclamou Benitez.