Três gols nos últimos três jogos. Único titular absoluto da equipe na única posição que vem sofrendo um rodízio com o técnico Zetti. De contestado a ídolo máximo da massa. A virada na vida de Éder Luís desde o título no Campeonato Mineiro é visível. Antigo reserva de Marinho e Roni, o garoto colhe os frutos plantados durante a Série B e ostenta com orgulho a marca de artilheiro da temporada, com nove tentos marcados.
“Fui muito criticado quando não estava fazendo gols e fiquei chateado, mas é só voltar a marcar que a história muda. Com os meus companheiros será assim também. Eles são bons finalizadores e uma hora a bola vai entrar”, assegurou Éder Luís.
Sempre tímido, o rapaz de 22 anos é avesso às entrevistas e evita ser eufórico pelo momento atravessado. Pelo contrário. Discorda quando falam em titularidade absoluta e acredita que todos os companheiros têm condições de brigar para chegar à vaga que é sua. Até dicas Éder dá gratuitamente para que nomes como Vanderlei e Galvão, em jejum de gols, reencontrem o caminho das redes.
“O importante é treinar bastante, para ter confiança no momento de concluir. E não se pode apavorar também. O atacante precisa de tranqüilidade quando chega na cara do gol”, ensinou, com a simplicidade de quem marcou um dos mais belos gols da última rodada. No empate em 1 a 1 com o Internacional, no Beira-Rio, o atacante chapelou Índio, driblou Clemer e abriu o placar para os mineiros no Sul.
“Foi um dos gols mais bonitos que marquei, se não for o mais belo. Infelizmente, a alegria não foi completa porque não foi suficiente para o time vencer”, destacou Éder. A entrevista acaba com a economia típica de suas palavras. Sempre cauteloso, nem discursos empolgantes são proferidos pelo atacante, mais uma vez contido e envergonhado. “O Flamengo está numa situação ruim, mas nossa posição também não é boa. Se fosse, estaríamos em primeiro”, concluiu.
A massa agradece, visto que foi da mesma forma, em silêncio, que Éder brilhou nas últimas partidas. Que diante do Rubro-negro carioca nesta quarta, no Mineirão, a média de gols continue crescendo e o camisa 11 dê mais três pontos ao Galo. Sem alarde.
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Sempre tímido, o rapaz de 22 anos é avesso às entrevistas e evita ser eufórico pelo momento atravessado. Pelo contrário. Discorda quando falam em titularidade absoluta e acredita que todos os companheiros têm condições de brigar para chegar à vaga que é sua. Até dicas Éder dá gratuitamente para que nomes como Vanderlei e Galvão, em jejum de gols, reencontrem o caminho das redes.
“O importante é treinar bastante, para ter confiança no momento de concluir. E não se pode apavorar também. O atacante precisa de tranqüilidade quando chega na cara do gol”, ensinou, com a simplicidade de quem marcou um dos mais belos gols da última rodada. No empate em 1 a 1 com o Internacional, no Beira-Rio, o atacante chapelou Índio, driblou Clemer e abriu o placar para os mineiros no Sul.
“Foi um dos gols mais bonitos que marquei, se não for o mais belo. Infelizmente, a alegria não foi completa porque não foi suficiente para o time vencer”, destacou Éder. A entrevista acaba com a economia típica de suas palavras. Sempre cauteloso, nem discursos empolgantes são proferidos pelo atacante, mais uma vez contido e envergonhado. “O Flamengo está numa situação ruim, mas nossa posição também não é boa. Se fosse, estaríamos em primeiro”, concluiu.
A massa agradece, visto que foi da mesma forma, em silêncio, que Éder brilhou nas últimas partidas. Que diante do Rubro-negro carioca nesta quarta, no Mineirão, a média de gols continue crescendo e o camisa 11 dê mais três pontos ao Galo. Sem alarde.
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