Tão logo desembarcou no Rio de Janeiro e foi aplaudido pelos jornalistas que aguardavam a seleção brasileira, o técnico Dunga pegou um vôo de conexão para Porto Alegre com uma missão especial: ver pela primeira vez seu filho, Matheus, nascido na semana passada.
Apesar de não estar presente no momento do parto de seu terceiro filho, o técnico campeão da Copa América mostrou-se conformado com os ossos do ofício que escolheu.
“Nós nos propusemos a fazer um trabalho na seleção e a pátria está acima de tudo. Não sou o primeiro e nem vou ser o último treinador a estar longe do filho no momento do nascimento”, ponderou, em entrevista coletiva no Aeroporto Salgado Filho.
Ao falar sobre a seleção brasileira, Dunga voltou à velha forma e cutucou os jogadores que pediram dispensa do grupo que disputou a Copa América, casos de Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Zé Roberto.
“Uns querem ir, outros não. Contei com jogadores altamente qualificados e que estavam a fim de jogar na seleção. Claro que os jogadores que foram campeões saem na frente nas próximas convocações. Todo atleta que tem um bom rendimento merece algo mais. Se o cara veio e jogou bem, como é que eu posso não convocá-lo mais?”, questionou.
Apesar de não estar presente no momento do parto de seu terceiro filho, o técnico campeão da Copa América mostrou-se conformado com os ossos do ofício que escolheu.
“Nós nos propusemos a fazer um trabalho na seleção e a pátria está acima de tudo. Não sou o primeiro e nem vou ser o último treinador a estar longe do filho no momento do nascimento”, ponderou, em entrevista coletiva no Aeroporto Salgado Filho.
Ao falar sobre a seleção brasileira, Dunga voltou à velha forma e cutucou os jogadores que pediram dispensa do grupo que disputou a Copa América, casos de Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Zé Roberto.
“Uns querem ir, outros não. Contei com jogadores altamente qualificados e que estavam a fim de jogar na seleção. Claro que os jogadores que foram campeões saem na frente nas próximas convocações. Todo atleta que tem um bom rendimento merece algo mais. Se o cara veio e jogou bem, como é que eu posso não convocá-lo mais?”, questionou.