Depois de derrubar um tabu de mais de quatro anos com o triunfo sobre o São Paulo, o Corinthians se prepara agora para encarar o jejum de vitórias diante de outra equipe, o Internacional. Sem saber o que é vitória sobre o Colorado desde agosto de 2003, o meia Héverton evita pensar no jejum.
“Sinceramente, não estou me importando com tabu nenhum. Estou entrando focado na partida. Nossa equipe está se superando e se concentrando para um jogo difícil porque queremos sair dessa situação”, afirmou.
Desde 2003, o Timão sofreu três derrotas e acumulou quatro empates diante dos gaúchos. Apesar do tabu, o atacante Clodoaldo afirma que o desejo de vitória é o mesmo independente do retrospecto diante do adversário.
“O nosso estímulo é o de vencer para sair dessa situação incômoda. Sabemos que o Corinthians é grande e que tem cobrança. O grupo está concentrado o máximo possível para buscar a vitória sem pensar em tabu”, comentou.
O atacante ainda lembrou da necessidade de vencer o Colorado em função da briga direta com os gaúchos na classificação. “Temos 37 pontos e o Inter tem 40. Ou seja, é um adversário direto. É fundamental o resultado porque depois temos o Náutico, que também é muito difícil”, concluiu.
“Sinceramente, não estou me importando com tabu nenhum. Estou entrando focado na partida. Nossa equipe está se superando e se concentrando para um jogo difícil porque queremos sair dessa situação”, afirmou.
Desde 2003, o Timão sofreu três derrotas e acumulou quatro empates diante dos gaúchos. Apesar do tabu, o atacante Clodoaldo afirma que o desejo de vitória é o mesmo independente do retrospecto diante do adversário.
“O nosso estímulo é o de vencer para sair dessa situação incômoda. Sabemos que o Corinthians é grande e que tem cobrança. O grupo está concentrado o máximo possível para buscar a vitória sem pensar em tabu”, comentou.
O atacante ainda lembrou da necessidade de vencer o Colorado em função da briga direta com os gaúchos na classificação. “Temos 37 pontos e o Inter tem 40. Ou seja, é um adversário direto. É fundamental o resultado porque depois temos o Náutico, que também é muito difícil”, concluiu.