O ambiente político do Corinthians segue controverso. Alguns setores do clube continuam buscando a união por uma candidatura em consenso, mas outras alas ainda não se mostram dispostas a aceitar o acordo. Em reunião na noite desta quinta-feira, o conselheiro Paulo Garcia se mostrou pronto para abrir mão de sua candidatura para entrar em acordo no apoio em consenso a Waldemar Pires.
“A reunião evoluiu bastante e fizemos uma carta de intenção pelo apoio do candidato único. Eu assinei, e o Osmar (Stábile) e o Andrés (Sanchez) também devem assinar”, afirmou Paulo Garcia.
Por outro lado, Andrés Sanchez não confirma que esteja próximo a aceitar o acordo. Apontado como candidato mais forte ao cargo máximo do Corinthians, Sanchez não participou da reunião, mas aceitará ouvir a proposta do consenso.
“Eu vou ouvir a proposta do Waldemar e, se ela for boa, eu a levo para o meu grupo, que vai decidir. Eu tenho de ouvir o meu grupo. Estamos procurando o melhor para o Corinthians”, afirmou.
Comenta-se que o grupo liderado por Andrés Sanchez não aceita apoiar uma candidatura de consenso. A confiança é grande em uma vitória na eleição presidencial do dia 9 de outubro.
Já Osmar Stábile também adota discurso contrário ao de Paulo Garcia e está mais distante de entrar no acordo. O conselheiro lançou oficialmente sua candidatura na noite de quarta-feira e não se mostrou satisfeito com a proposta de consenso apresentada na reunião desta quinta.
“A reunião evoluiu bastante e fizemos uma carta de intenção pelo apoio do candidato único. Eu assinei, e o Osmar (Stábile) e o Andrés (Sanchez) também devem assinar”, afirmou Paulo Garcia.
Por outro lado, Andrés Sanchez não confirma que esteja próximo a aceitar o acordo. Apontado como candidato mais forte ao cargo máximo do Corinthians, Sanchez não participou da reunião, mas aceitará ouvir a proposta do consenso.
“Eu vou ouvir a proposta do Waldemar e, se ela for boa, eu a levo para o meu grupo, que vai decidir. Eu tenho de ouvir o meu grupo. Estamos procurando o melhor para o Corinthians”, afirmou.
Comenta-se que o grupo liderado por Andrés Sanchez não aceita apoiar uma candidatura de consenso. A confiança é grande em uma vitória na eleição presidencial do dia 9 de outubro.
Já Osmar Stábile também adota discurso contrário ao de Paulo Garcia e está mais distante de entrar no acordo. O conselheiro lançou oficialmente sua candidatura na noite de quarta-feira e não se mostrou satisfeito com a proposta de consenso apresentada na reunião desta quinta.