O diretor técnico da Mercedes, Paddy Lowe, rejeitou a teoria de que a Fórmula 1 transformou-se em uma competição restrita aos motores. Mesmo com vantagem no quesito em relação à Renault e a Ferrari, ele garante que a disputa não seja dominada por isso e credita o sucesso à “eficiência coletiva”.
“Esses carros são sobre performance de sistema, não elementos individuais. É sobre como você reúne tudo isso. É a unidade de potência, a eficiência da unidade de potência, a aerodinâmica, e a como tudo isso é colocado junto”, defendeu Lowe, em entrevista à revista britânica Autosport.
Lowe aproveitou para revelar sua surpresa com a diferença entre o motor da Mercedes, Ferrari e Renault. Ele garantiu que esperava uma pequena alteração, mas creditou às melhoras constantes feitas no propulsor alemão pelo sucesso.
“É a eficiência coletiva do pacote, de um ponto de vista de potência, aerodinâmica e suspensão, assim como um ponto de vista de peso. Nosso carro é muito rápido. Tem outros carros com a mesma unidade de potência que não são tão rápidos, então é todo um sistema”, ponderou.