Entre os torcedores que fizeram questão de estar na abertura da Copa do Mundo, há quem não ligue de aparecer descaracterizado e acabam virando atração. Um homem com o rosto coberto por uma gigantesca cabeça simulando a de Maradona e outro vestido como um Neymar paralímpico eram alvo de diversos pedidos por foto.
O Neymar paralímpico era um brasileiro com as cores do País e uma peruca simulando o corte de cabelo moicano com o qual o atacante chamou atenção há quatro anos. Além de pequenas ombreiras de plástico, pulava apoiando seus pés em bases similares às do sul-africano Oscar Pistorius, por exemplo.
Esse personagem estava na entrada perto do metrô do estádio de Itaquera. A pouco metros dele, estava alguém com uma gigantesca cabeça de Maradona, incluindo largos arcos de alumínio como seus brincos. O rapaz usava uma camiseta verde e amarela com os dizeres “Soy brasileño, hermano”. Despertava tanto interesse que se aglomeravam ao seu lado.
Por ali, ainda havia um rapaz totalmente pintado de prata com ventoinhas espalhadas pelo corpo, como se fosse um robô. Saltando ao lado dele, um equatoriano usava óculos de natação e um apertado maiô, fazendo questão de se aproximar dos personagens mais populares para tirar fotos.
Já nas áreas em que só quem tinha ingresso poderia entrar, um quinteto de franceses fazia barulho. Vestindo fantasias de Super-homem, Wally e Asterix e portando óculos e perucas chamativas, além de pintar as cores de seu país na face, adotavam o ritmo de “Aquarela do Brasil”, mas não cantavam mais do que “Brasil, laralaralaralalá”, despertando risos.
Entre os outros adereços chamativos, chama atenção a grande presença de peças do Fuleco, mascote oficial da Copa do Mundo. Diversas crianças entraram no estádio, ao menos, com um chapéu com o rosto do tatu azul e amarelo.