O deputado Sílvio Torres (PSDB-SP) e o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) conseguiram nesta quarta-feira a quantidade de assinaturas necessária para abrir uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar sonegação de impostos, lavagem de dinheiro e evasão de divisas de clubes de futebol, cartolas e jogadores.
A CPMI, chamada no mundo do futebol como “CPI do Corinthians”, será conduzida tanto pelo Senado quanto pela Câmara dos Deputados, para evitar com que a “bancada da bola” consiga barrar possíveis investigações, que terão como ponto inicial a parceria entre o Corinthians e a MSI.
“Vamos aprofundar as investigações já iniciadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, que correm em segredo de justiça”, afirmou Torres, para quem a melhor forma de tais investigações serem concluídas com sucesso é através de uma CPI.
Para abrir-se a CPMI, que será instalada somente após o dia 30 de outubro (data em que a Fifa escolherá oficialmente a sede da Copa de 2014, a qual o Brasil é candidato único), Torres e Dias precisavam de 170 assinaturas de deputados e outras 27 de senadores. Porém, a dupla tucana contou com a adesão ao todo de 220 pessoas na Câmara e 31 no Senado.
Sílvio Torres e Álvaro Dias foram dois dos principais nomes das CPIs do Futebol, no Senado, e da CBF-Nike, na Câmara, que investigava principalmente o contrato entre a patrocinadora da seleção brasileira e a Confederação.
A CPMI, chamada no mundo do futebol como “CPI do Corinthians”, será conduzida tanto pelo Senado quanto pela Câmara dos Deputados, para evitar com que a “bancada da bola” consiga barrar possíveis investigações, que terão como ponto inicial a parceria entre o Corinthians e a MSI.
“Vamos aprofundar as investigações já iniciadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, que correm em segredo de justiça”, afirmou Torres, para quem a melhor forma de tais investigações serem concluídas com sucesso é através de uma CPI.
Para abrir-se a CPMI, que será instalada somente após o dia 30 de outubro (data em que a Fifa escolherá oficialmente a sede da Copa de 2014, a qual o Brasil é candidato único), Torres e Dias precisavam de 170 assinaturas de deputados e outras 27 de senadores. Porém, a dupla tucana contou com a adesão ao todo de 220 pessoas na Câmara e 31 no Senado.
Sílvio Torres e Álvaro Dias foram dois dos principais nomes das CPIs do Futebol, no Senado, e da CBF-Nike, na Câmara, que investigava principalmente o contrato entre a patrocinadora da seleção brasileira e a Confederação.