O que ocorreu durante a abertura da Copa das Confederações, em 15 de junho de 2013, serve de termômetro para o que o mundo inteiro irá testemunhar a partir de hoje, quando o Brasil da o pontapé inicial para a Copa do Mundo do no país.
Ainda que o técnico da seleção brasileira admita que o nível do time não é o ideal, a instrução de Luiz Felipe Scolari para os primeiros minutos de jogo é clara: pressionar ao máximo o adversário.
Foi assim que Felipão e seus comandados conseguiram dar início ao processo reconquista do povo brasileiro. Na estreia da Copa das Confederações, no Estádio Mané Garrincha, Neymar precisou de apenas três minutos para abrir o placar contra o Japão. No jogo seguinte, nove minutos foram suficientes para sair na frente do México. E na decisão contra a Espanha, 120 segundos separaram o Brasil do primeiro gol.
De arrepiar
Assim como nos jogos em 2013, o protocolo da Fifa poderá ser quebrado durante o Hino Nacional. Os 30 segundos oficiais de execução devem ser estendidos pelas vozes à capela dos quase 60 mil brasileiros que estarão presentes no Itaquerão.
Foi desta forma que o público nos seis estádios da competição passada conseguiu transmitir força a mais aos jogadores, que confessaram ter sentido energia diferente.
Bem pertinho
A forma que os atletas encontraram de retribuir o carinho também deverá ser espelho para o Mundial que se inicia. As novas arenas permitem ao autor do gol o contato bem próximo ao torcedor, assim como fez o camisa 10 da seleção brasileira, Neymar, na final da Copa das Confederações.
No dia 30 de julho, ele deixou sua marca contra a Espanha e correu para abraçar o povo na arquibancada. Oscar, Fred e cia. acompanharam o craque no gesto simbólico.