O técnico Paulo César Carpegiani expressou sua irritação nesta quinta-feira com as reclamações públicas dos jogadores. O treinador não gostou de ver Everton Santos e Clodoaldo criticarem o setor de criação do Corinthians e cobra dos atletas um posicionamento interno sobre assuntos desagradáveis.
“O Clodoaldo e o Everton estavam se queixando, mas esse assunto é interno. É melhor não externar”, afirmou, no desembarque da delegação no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
Depois de mais uma derrota no Brasileirão, contra o Sport, os atletas da linha de frente voltaram a falar sobre a dificuldade de a bola chegar aos seus pés. Além de mostrar insatisfação com as declarações dos atacantes, Carpegiani também não gostou da atitude de Finazzi, que reclamou por ter sido vetado pelos médicos no clássico contra o Palmeiras.
“O departamento médico tem um chefe e o Paulo (de Faria) tem capacidade total. Depois, a fase seguinte é a preparação física com o Ricardo (Rosa). Só então começa a treinar com bola. Esse é um assunto de ordem interna. Fico satisfeito pelo jogador estar querendo jogar, mas é preciso saber o momento de externar, pois é melhor ser resolvido internamente”, afirmou.
Curiosamente, Carpegiani vem mostrando cada vez mais preocupação com o teor das entrevistas dos atletas. Há três semanas, Dinelson cobrou publicamente da direção e do próprio treinador uma posição sobre seu futuro. Na época, o atleta foi advertido pelo comandante. Já nas vésperas do clássico contra o Palmeiras, o lateral-direito Pedro provocou o rival e foi contido pelo treinador.
Agora, Carpegiani volta a pedir uma mudança de postura do elenco. O técnico quer o fim das reclamações e adverte que os problemas devem ser resolvidos dentro do clube.
“Os jogadores já sabem meu posicionamento. Quando se externa este tipo de situação em um momento inadequado, de derrota, acaba atrapalhando. Precisamos ter coragem para enfrentar nossos problemas, mas é algo interno. Não quero ver cada um tentando salvar sua pele”, concluiu.
“O Clodoaldo e o Everton estavam se queixando, mas esse assunto é interno. É melhor não externar”, afirmou, no desembarque da delegação no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
Depois de mais uma derrota no Brasileirão, contra o Sport, os atletas da linha de frente voltaram a falar sobre a dificuldade de a bola chegar aos seus pés. Além de mostrar insatisfação com as declarações dos atacantes, Carpegiani também não gostou da atitude de Finazzi, que reclamou por ter sido vetado pelos médicos no clássico contra o Palmeiras.
“O departamento médico tem um chefe e o Paulo (de Faria) tem capacidade total. Depois, a fase seguinte é a preparação física com o Ricardo (Rosa). Só então começa a treinar com bola. Esse é um assunto de ordem interna. Fico satisfeito pelo jogador estar querendo jogar, mas é preciso saber o momento de externar, pois é melhor ser resolvido internamente”, afirmou.
Curiosamente, Carpegiani vem mostrando cada vez mais preocupação com o teor das entrevistas dos atletas. Há três semanas, Dinelson cobrou publicamente da direção e do próprio treinador uma posição sobre seu futuro. Na época, o atleta foi advertido pelo comandante. Já nas vésperas do clássico contra o Palmeiras, o lateral-direito Pedro provocou o rival e foi contido pelo treinador.
Agora, Carpegiani volta a pedir uma mudança de postura do elenco. O técnico quer o fim das reclamações e adverte que os problemas devem ser resolvidos dentro do clube.
“Os jogadores já sabem meu posicionamento. Quando se externa este tipo de situação em um momento inadequado, de derrota, acaba atrapalhando. Precisamos ter coragem para enfrentar nossos problemas, mas é algo interno. Não quero ver cada um tentando salvar sua pele”, concluiu.