< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >Até o jogo contra o Atlético-PR, o Palmeiras tinha um time que dominava o adversário na maior parte do tempo e criava várias chances de gol, tanto que era o segundo colocado em número de finalizações no Campeonato Brasileiro, mas pecava na pontaria e levava muitos gols nos contra-ataques e em bolas paradas.
Por esse motivo, e até pelo grande número de desfalques, o técnico Caio Júnior optou por uma formação mais cautelosa contra o Corinthians, no sábado, e contra o América-RN, nesta terça-feira, escalando três zagueiros e três volantes. Resultado: menos chutes a gol e menos lances bonitos, mas duas vitórias e nenhum gol sofrido.
“Achei que a equipe teve o mesmo espírito de luta do clássico, muita atitude, e o Caio e o Luís fizeram a diferença não só pelos gols, mas porque ajudaram muito pressionando a saída de bola e também prendendo a bola na frente”, analisou o técnico Caio Júnior.
O treinador afirmou que já imaginava “um jogo muito competitivo, com muita bola área”. “Senti, inclusive, que os jogadores do América-RN concentravam as jogadas pelos lados do campo para forçar as faltas laterais e alçar bolas na nossa área”, observou.
Satisfeito com a conquista dos últimos seis pontos que disputou, Caio Júnior exaltou o novo perfil do time. “Conseguimos, nesses dois jogos, uma equipe mais forte fisicamente, mais voltada para a competitividade e estudando bem o adversário, abrindo mão um pouco da técnica”, constatou.
Depois, mandou o recado: “Uma equipe vencedora não nasce da noite para o dia. Você constrói uma equipe forte a partir das dificuldades e se apoiando em um ambiente bom, como o nosso. Os jogadores estão muito determinados e, quem quiser jogar, vai ter que brigar muito”.
Caio Júnior comentou também o fato de o Palmeiras ter marcado dois dos últimos três gols a partir de bola parada, justamente o fundamento que vinha sendo uma das principais fontes de gols dos adversários do Verdão.
“Pois é. O jogo em que mais me irritei foi contra o Goiás (3 a 1, com dois de bola parada) e, a partir daí, mudamos a forma de marcação. Deu certo porque dificilmente o adversário está conseguindo cabecear. Tem que ver também que a equipe está mais alta, com três zagueiros e mais o Martinez, o Caio e o Luís, que são altos”, explicou.
O treinador ainda lamentou a não expulsão do atacante Frontini após uma suposta cotovelada no zagueiro Gustavo. “Achei que o Palmeiras merecia ter feito o terceiro gol e também o árbitro deveria ter expulsado o Frontini. Foi um lance tão claro que o Marcelo (Veiga, técnico do América-RN) tirou o jogador na seqüência”, lembrou.
Por fim, Caio Júnior disse que a reação no campeonato não lhe dá tranqüilidade. “Não tenho tranqüilidade nunca. Só vou ter no dia 2 de dezembro, quando acabar o campeonato. Agora, preciso saber tudo sobre o Náutico e buscar a vitória lá”, encerrou.
< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >Por esse motivo, e até pelo grande número de desfalques, o técnico Caio Júnior optou por uma formação mais cautelosa contra o Corinthians, no sábado, e contra o América-RN, nesta terça-feira, escalando três zagueiros e três volantes. Resultado: menos chutes a gol e menos lances bonitos, mas duas vitórias e nenhum gol sofrido.
“Achei que a equipe teve o mesmo espírito de luta do clássico, muita atitude, e o Caio e o Luís fizeram a diferença não só pelos gols, mas porque ajudaram muito pressionando a saída de bola e também prendendo a bola na frente”, analisou o técnico Caio Júnior.
O treinador afirmou que já imaginava “um jogo muito competitivo, com muita bola área”. “Senti, inclusive, que os jogadores do América-RN concentravam as jogadas pelos lados do campo para forçar as faltas laterais e alçar bolas na nossa área”, observou.
Satisfeito com a conquista dos últimos seis pontos que disputou, Caio Júnior exaltou o novo perfil do time. “Conseguimos, nesses dois jogos, uma equipe mais forte fisicamente, mais voltada para a competitividade e estudando bem o adversário, abrindo mão um pouco da técnica”, constatou.
Depois, mandou o recado: “Uma equipe vencedora não nasce da noite para o dia. Você constrói uma equipe forte a partir das dificuldades e se apoiando em um ambiente bom, como o nosso. Os jogadores estão muito determinados e, quem quiser jogar, vai ter que brigar muito”.
Caio Júnior comentou também o fato de o Palmeiras ter marcado dois dos últimos três gols a partir de bola parada, justamente o fundamento que vinha sendo uma das principais fontes de gols dos adversários do Verdão.
“Pois é. O jogo em que mais me irritei foi contra o Goiás (3 a 1, com dois de bola parada) e, a partir daí, mudamos a forma de marcação. Deu certo porque dificilmente o adversário está conseguindo cabecear. Tem que ver também que a equipe está mais alta, com três zagueiros e mais o Martinez, o Caio e o Luís, que são altos”, explicou.
O treinador ainda lamentou a não expulsão do atacante Frontini após uma suposta cotovelada no zagueiro Gustavo. “Achei que o Palmeiras merecia ter feito o terceiro gol e também o árbitro deveria ter expulsado o Frontini. Foi um lance tão claro que o Marcelo (Veiga, técnico do América-RN) tirou o jogador na seqüência”, lembrou.
Por fim, Caio Júnior disse que a reação no campeonato não lhe dá tranqüilidade. “Não tenho tranqüilidade nunca. Só vou ter no dia 2 de dezembro, quando acabar o campeonato. Agora, preciso saber tudo sobre o Náutico e buscar a vitória lá”, encerrou.
< !-- hotwords -- >