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Futebol

Caio Júnior evita falar em complô contra o Palmeiras na temporada

Arquivo Geral

31/10/2007 0h00



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Ao desembarcar do Rio de Janeiro após o empate contra o Vasco e saber que o STJD estaria preparando uma denúncia para suspender preventivamente o meia Valdívia, expulso em São Januário, o goleiro Diego Cavalieri desabafou e vislumbrou um complô contra o Verdão.

Alguns outros fatos, como a não marcação de um pênalti sequer a favor do time em 33 rodadas, os dois gols anulados que tiraram pontos da equipe (um de Valdivia na derrota contra o Paraná Clube, no primeiro turno, e um de Max na derrota frente ao São Paulo, no segundo turno), contribuíram para o sentimento do goleiro.

Nesta quarta-feira, o técnico Caio Júnior, discordou totalmente da possibilidade de qualquer complô contra sua equipe e preferiu adotar uma linha política no discurso.

“Sair atirando não é o caminho e não podemos acusar sem ter provas”, avisou. “Para mim, são fatos isolados. O caso de não termos pênaltis pode ser uma coincidência, pois não tivemos tantos lances assim para reclamar. Sobre o gol do Max e o do Valdívia, assim como a expulsão do Pierre, são coisas reais, mas que também aconteceram com outras equipes”, simplificou.

O treinador também falou sobre a renovação de seu vínculo, que termina em dezembro. E mostrou otimismo. “Não é o momento de falar nisso e vamos ter algo mais certo na semana que vem, mas minha vontade é ficar e dar continuidade ao trabalho. Vou facilitar para que isso aconteça e, depois destes dois jogos (Juventude e Sport) poderei mudar meu discurso”, assegurou o treinador, cobiçado pelo futebol europeu.

“Eu quero ficar no Brasil o máximo de tempo possível e ganhar experiência”, finalizou Caio, que ainda mora sozinho em São Paulo, mas já tem tudo esquematizado para trazer mulher e filhos em janeiro. “Agora a escola está no fim e eles acabaram não vindo. Ano que vem será diferente”, concluiu.

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