Ao olhar a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, é impossível não notar que os sete primeiros colocados – São Paulo, Cruzeiro, Santos, Grêmio, Palmeiras, Fluminense e Vasco, têm uma característica em comum: a manutenção dos treinadores desde o inicio da competição.
Na parte de baixo da tabela, a verdade é totalmente oposta. Ameaçados pelo rebaixamento, Corinthians, Paraná e Juventude, alem do América, que já carimbou o passaporte para a Série B de 2008, não conseguiram dar tranqüilidade e seqüência aos técnicos que começaram a competição no comando e trocaram de treinadores ao menos uma vez.
Para o técnico Caio Junior, essa situação, aliada ao que aconteceu em 2006, prova que a manutenção do trabalho é a receita do sucesso. “Ano passado o Palmeiras teve quatro ou cinco treinadores e lutou para fugir do rebaixamento. Esse ano, quem fez isso foi o Paraná e está em situação delicada”, comparou o comandante do Verdão. “Quem consegue manter os treinadores está tendo bons resultados”, opinou.
O comandante palmeirense comemorou também, além de ser um dos treinadores que teve seqüência em seu planejamento, o fato de ter se afirmado definitivamente no cenário nacional depois de aparecer bem em uma inesperada vitória do Cianorte sobre o Corinthians (Copa do Brasil 2005) e classificando o Paraná Clube pela primeira vez a uma Libertadores em 2006.
“Em 2006 fui considerado uma surpresa, uma revelação, e esse ano foi minha afirmação no cenário nacional. Foi uma repetição do trabalho que fiz no Paraná, mas com uma amplitude e uma visibilidade maior. A chave para isso foi a manutenção e agradeço a direção do Palmeiras por ter tido paciência”, finalizou.
Na parte de baixo da tabela, a verdade é totalmente oposta. Ameaçados pelo rebaixamento, Corinthians, Paraná e Juventude, alem do América, que já carimbou o passaporte para a Série B de 2008, não conseguiram dar tranqüilidade e seqüência aos técnicos que começaram a competição no comando e trocaram de treinadores ao menos uma vez.
Para o técnico Caio Junior, essa situação, aliada ao que aconteceu em 2006, prova que a manutenção do trabalho é a receita do sucesso. “Ano passado o Palmeiras teve quatro ou cinco treinadores e lutou para fugir do rebaixamento. Esse ano, quem fez isso foi o Paraná e está em situação delicada”, comparou o comandante do Verdão. “Quem consegue manter os treinadores está tendo bons resultados”, opinou.
O comandante palmeirense comemorou também, além de ser um dos treinadores que teve seqüência em seu planejamento, o fato de ter se afirmado definitivamente no cenário nacional depois de aparecer bem em uma inesperada vitória do Cianorte sobre o Corinthians (Copa do Brasil 2005) e classificando o Paraná Clube pela primeira vez a uma Libertadores em 2006.
“Em 2006 fui considerado uma surpresa, uma revelação, e esse ano foi minha afirmação no cenário nacional. Foi uma repetição do trabalho que fiz no Paraná, mas com uma amplitude e uma visibilidade maior. A chave para isso foi a manutenção e agradeço a direção do Palmeiras por ter tido paciência”, finalizou.