As atenções do Botafogo se voltam para a tentativa de se absolver o atacante Dodô. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), através do procurador Marcelo Jucá, apresentou denúncia contra o atleta, mas poupou o clube, que não irá a julgamento e por isso está afastada qualquer possibilidade de o Alvinegro perder pontos. O julgamento de Dodô acontecerá na próxima terça-feira e o caso não foi arquivado porque o procurador entende que “qualquer atleta é responsável por aquilo que vai ingerir”. Essa será a tese de Jucá.
O Botafogo se fará representar neste processo pelos advogados Carlos Portinho, contratado pelo atleta, e Vantuil Gonçalves, diretor do departamento jurídico do clube, que explicou a tese da defesa do artilheiro. “A defesa do atleta foi encaminhada pelo clube ao Tribunal, juntamente com o advogado contratado pelo atleta, o doutor Carlos Portinho, que para realização da defesa trocou entendimentos com nosso departamento jurídico. Explicamos a utilização da cafeína, em cujas cápsulas o laudo da USP aponta a presença de femproporex, e seus efeitos, absolutamente legais.”
“Explicamos, ainda, os efeitos do femproporex através de vários estudos e a conclusão de que sua administração não traria nenhum benefício ao atleta. A defesa aponta também a ausência de nexo de causalidade, ou seja, a ausência de responsabilidade do clube, do médico e do atleta na ingestão da substância proibida. Juntamos todas as provas baseadas no laudo, onde o Botafogo demonstra de todas as formas que o clube, o médico e o atleta não agiram com culpa ou dolo”, explicou Vantuil.
A femproporex, substância proibida pela Comissão de Controle de Dopagem da CBF, apareceu na urina de Dodô no exame antidoping realizado após a goleada de 4 x 0 sobre o Vasco, em 14 de junho. Laudo da Universidade de São Paulo (USP) aponta que a substância fazia parte da cápsula de cafeína dada ao elenco e cedida ao clube pela farmácia de manipulação Pharmacy.
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“Explicamos, ainda, os efeitos do femproporex através de vários estudos e a conclusão de que sua administração não traria nenhum benefício ao atleta. A defesa aponta também a ausência de nexo de causalidade, ou seja, a ausência de responsabilidade do clube, do médico e do atleta na ingestão da substância proibida. Juntamos todas as provas baseadas no laudo, onde o Botafogo demonstra de todas as formas que o clube, o médico e o atleta não agiram com culpa ou dolo”, explicou Vantuil.
A femproporex, substância proibida pela Comissão de Controle de Dopagem da CBF, apareceu na urina de Dodô no exame antidoping realizado após a goleada de 4 x 0 sobre o Vasco, em 14 de junho. Laudo da Universidade de São Paulo (USP) aponta que a substância fazia parte da cápsula de cafeína dada ao elenco e cedida ao clube pela farmácia de manipulação Pharmacy.