O Botafogo está fazendo mistério quando o assunto é a defesa que o departamento jurídico está armando para evitar que o atacante Dodô seja punido por doping em julgamento confirmado para o dia 24 de julho no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O atleta foi flagrado no exame realizado após a goleada de 4 x 0 sobre o Vasco, no dia 14 de junho, uma vez que sua urina exibiu doses de femproporex, substância proibida pelo controle de doping da CBF.
“O departamento jurídico está trabalhando desde o fim da semana passada e estudando todos os canais possíveis. Estamos nos preparando para ajudar na defesa do Dodô. A nossa obrigação é recorrer a todas as possibilidades para poder inocentar o Dodô. Eu não sou advogado e ainda não sei o que nosso departamento jurídico está adotando. Não tenho como antecipar nada neste momento, pois estaria sendo leviano se falasse em alguma estratégia. O Botafogo tem a sua consciência tranqüila e não temos motivos para duvidar do Dodô”, disse o presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas.
A defesa do Botafogo está sendo liderada pelo diretor do departamento jurídico do clube, Vantuil Gonçalves, e ganhou um reforço importante nesta quinta-feira, quando se juntou aos trabalhos Oscar Berro, secretário municipal de saúde de Duque de Caxias (RJ), que elaborou a defesa do lateral-esquerdo Athirson. Em 2000 Athirson estava no Flamengo e acabou também exibindo em um exame doses de femproporex. Porém graças à tese defendida por Berro o jogador foi absolvido.
“Assim como foi no caso do Athirson, só aceitei a defesa porque tenho as melhores informações sobre a vida do Dodô, que foi um jogador que nunca se envolveu em nada de errado. Agora terei que conversar com os advogados do Botafogo para pensarmos na melhor forma de agir”, disse Berro, que vai trabalhar de graça nesse caso, pedindo ao clube em troca apenas uma camisa autografada pelo elenco para ser leiloado a fim de o dinheiro arrecadado ser revertido para os hospitais de Duque de Caxias.
E nesta quarta-feira o Botafogo conseguiu uma informação importante em relação ao caso, que compara a situação de Dodô a de Athirson. Em entrevista ao programa Redação SporTV o presidente da Comissão Nacional de Controle de Dopagem da CBF, Tanus Jorge Nagem, igualou as duas situações.
“Não existe nenhuma diferença do ponto de vista técnico. Para a Comissão Nacional de Controle de Dopagem os casos são rigorosamente iguais. Mas isso não define nada em termos de julgamento, pois a esfera jurídica não é de nossa competência”, disse Nagem.
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A defesa do Botafogo está sendo liderada pelo diretor do departamento jurídico do clube, Vantuil Gonçalves, e ganhou um reforço importante nesta quinta-feira, quando se juntou aos trabalhos Oscar Berro, secretário municipal de saúde de Duque de Caxias (RJ), que elaborou a defesa do lateral-esquerdo Athirson. Em 2000 Athirson estava no Flamengo e acabou também exibindo em um exame doses de femproporex. Porém graças à tese defendida por Berro o jogador foi absolvido.
“Assim como foi no caso do Athirson, só aceitei a defesa porque tenho as melhores informações sobre a vida do Dodô, que foi um jogador que nunca se envolveu em nada de errado. Agora terei que conversar com os advogados do Botafogo para pensarmos na melhor forma de agir”, disse Berro, que vai trabalhar de graça nesse caso, pedindo ao clube em troca apenas uma camisa autografada pelo elenco para ser leiloado a fim de o dinheiro arrecadado ser revertido para os hospitais de Duque de Caxias.
E nesta quarta-feira o Botafogo conseguiu uma informação importante em relação ao caso, que compara a situação de Dodô a de Athirson. Em entrevista ao programa Redação SporTV o presidente da Comissão Nacional de Controle de Dopagem da CBF, Tanus Jorge Nagem, igualou as duas situações.
“Não existe nenhuma diferença do ponto de vista técnico. Para a Comissão Nacional de Controle de Dopagem os casos são rigorosamente iguais. Mas isso não define nada em termos de julgamento, pois a esfera jurídica não é de nossa competência”, disse Nagem.
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