Chegando à seleção italiana, o técnico Antonio Conte não terá uma missão fácil no comando da Azzurra. Depois de fiascos consecutivos nas Copas de 2010 e 2014, o novo treinador terá de fazer com que os italianos possam reviver as glórias da equipe tetracampeã mundial.
Depois do sucesso em 2006, na Alemanha, com Marcello Lippi no comando da Squadra rumo ao título, a seleção europeia entrou em período de decadência. Quatro anos depois, na África do Sul, a campeã do mundo seria eliminada logo na fase de grupos após perder por 3 a 2 para a modesta Eslováquia. Integrante da chave F, a Azzurra terminou em quarto lugar, com apenas dois pontos, sem vitórias, com dois empates e uma derrota.
Neste ano, a história foi semelhante. A seleção também acabou desclassificada na fase de grupos depois de empate com o Uruguai. No “grupo da morte”, ao lado de Inglaterra, Costa Rica e dos latinos, a Squadra de Cesare Prandelli ficou na terceira colocação da chave D, com três pontos, um triunfo e dois reveses.
Para reverter a situação crítica e decadente da Itália, o presidente da federação deposita suas esperanças em Antonio Conte. O técnico, famoso pela rédea curta, pode aplicar uma renovação do grupo. Assim, as estrelas da Azzurra podem perder espaço caso não mostrem empenho dentro de campo.
Contratado pela Juventus em maio de 2011, Conte foi campeão do Calcio por três vezes consecutivas, além de ter faturado a Supercoppa Italiana em 2012 e 2013. Em julho de 2014, ele se desligou do time de Turim. Agora, confirmado pela federação e com apresentação marcada para a próxima terça-feira, chega com contrato até 31 de julho de 2016 e com a missão de reerguer a Azzurra.