O Palmeiras não terá motivos para se queixar novamente de violência contra o meia Valdívia no clássico contra o Santos, conforme garante Wanderley Luxemburgo. Mas o treinador também vê exagero na proteção do rival ao chileno.
“O Valdívia é um grande jogador. Ouvi uma declaração do Caio Júnior, muito preocupado com a marcação em cima dele, com medo de violência. Faltas existem dentro do futebol”, minimizou Luxemburgo, que voltou a exaltar sua mudança de postura profissional.
“Eu, por exemplo, já parei de me preocupar com os juízes, para não criar nenhuma animosidade. Todas as equipes tiveram prejuízos dentro da competição pela arbitragem, não só o Palmeiras. São erros normais de seres humanos. Minha preocupação é jogar futebol”, discursou o técnico santista.
Os comandados de Luxemburgo seguiram a mesma linha de raciocínio. Respeitoso, o volante Rodrigo Souto chegou a comparar Valdívia a Kaká e Tevez, de Milan e Manchester United. “Sabemos que ele é um jogador rápido e habilidoso, que gosta de girar com rapidez para os dois lados. Precisamos ter uma marcação firme para impedir isso”, alertou.
A firmeza pretendida por Souto não se confunde com violência, como a que Valdívia reclama de ter sofrido em jogo com o Grêmio. “Ele é um grande jogador e terá uma marcação normal. As minhas equipes nunca foram violentas. Teremos um grande jogo de futebol”, encerrou assunto Luxemburgo.
“O Valdívia é um grande jogador. Ouvi uma declaração do Caio Júnior, muito preocupado com a marcação em cima dele, com medo de violência. Faltas existem dentro do futebol”, minimizou Luxemburgo, que voltou a exaltar sua mudança de postura profissional.
“Eu, por exemplo, já parei de me preocupar com os juízes, para não criar nenhuma animosidade. Todas as equipes tiveram prejuízos dentro da competição pela arbitragem, não só o Palmeiras. São erros normais de seres humanos. Minha preocupação é jogar futebol”, discursou o técnico santista.
Os comandados de Luxemburgo seguiram a mesma linha de raciocínio. Respeitoso, o volante Rodrigo Souto chegou a comparar Valdívia a Kaká e Tevez, de Milan e Manchester United. “Sabemos que ele é um jogador rápido e habilidoso, que gosta de girar com rapidez para os dois lados. Precisamos ter uma marcação firme para impedir isso”, alertou.
A firmeza pretendida por Souto não se confunde com violência, como a que Valdívia reclama de ter sofrido em jogo com o Grêmio. “Ele é um grande jogador e terá uma marcação normal. As minhas equipes nunca foram violentas. Teremos um grande jogo de futebol”, encerrou assunto Luxemburgo.