A New Balance 42K Porto Alegre, marcada para 12 de julho , vai distribuir mais de R$ 1 milhão somando premiação fixa e bônus por desempenho, a maior já oferecida pela prova. Os campeões da maratona masculina e feminina levam R$ 90 mil cada, com mais R$ 50 mil extra para o melhor atleta brasileiro em cada categoria.
Quem acompanha corrida de rua sabe que essa disputa não é de qualquer uma. A prova carrega selo Label da World Athletics e Permit Ouro da Confederação Brasileira de Atletismo, e a World Athletics já apontou a edição de 2025 como a de melhor ranking de performance de atletas disputada no Brasil. O percurso deste ano ainda foi redesenhado para ficar mais compacto e favorecer tempos rápidos ao longo da orla do Guaíba.
O detalhe que mais me deixou de queixo caído foi o bônus de até R$ 600 mil para quebra de recordes. Se um atleta superar a melhor marca já registrada em maratona no Brasil, embolsa R$ 100 mil, e se a performance estabelecer novo recorde sul-americano, o valor pode chegar a R$ 600 mil dependendo da combinação entre os resultados masculino e feminino. Nas redes do atletismo, a expectativa já cresce com a presença anunciada de Eliud Kipchoge disputando o pelotão de elite.
Eu que só corro atrás de fofoca fresca em salto alto, confesso admiração por prova que investe pesado para atrair nome de peso mundial e ainda incentivar recorde histórico em solo brasileiro. Dinheiro bem investido em esporte é sempre notícia boa, mesmo para colunista que troca tênis por sapatilha todos os dias da semana.