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Kátia Flávia
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Giovanna Ewbank: “Não faça pergunta constrangedora a uma mãe adotiva”

A atriz e empresária fez um duro desabafo sobre a falta de empatia da sociedade com mães não-biológicas

Kátia Flávia

13/09/2025 12h30

A atriz e empresária fez um duro desabafo sobre a falta de empatia da sociedade com mães não-biológicas

Gente, estou no spa do Copacabana Palace para uma sessão de massagens exclusiva que faço religiosamente aos sábados. E enquanto estava na sala de espera, meu iPhone 16 começou a vibrar incessantemente, e quando isso acontece, já sei que se trata de um bapho daqueles… bem, dito e feito!

Acontece que o chat das fofoqueiras do Rio veio abaixo após o compartilhamento de um vídeo com declarações comoventes de Giovanna Ewbank, de 38 anos, sobre os questionamentos constrangedores que recebe em relação à sua maternidade adotiva.

A influencer pediu que as pessoas tivessem mais empatia com a maternidade adotiva (Reprodução/TEDx)

O vídeo com o desabafo da influenciadora, que voltou a repercutir nas redes sociais, aconteceu durante uma palestra que fez no TEDx, em 2019.

“Não façam perguntas constrangedoras a uma mãe adotiva porque isso dói muito. Perguntas como: ‘E o filho de vocês, vem quando?’. Bom, vocês podem imaginar que a única resposta que eu posso dar é: ‘Ela já veio! Ela [Titi] é a minha filha!’”, iniciou o relato.

Giovanna e Bruno Gagliasso são pais de Titi, Bless e Zyan (Reprodução/Instagram)

Ewbank, que é mãe de Titi, de 12 anos, Bless, de 10, e Zyan, de 5, foi às lágrimas ao recordar comentários desconfortáveis que recebeu por ser mãe adotiva dos filhos mais velhos.

“Eu também já ouvi: ‘Nossa, Gio! Ela é linda, mas ela tem mãe?’… Oi? Ela tem! Eu sou a mãe dela! E também tem essa: ‘Nossa, como eles são lindos! Eles têm família?’. Sim, é claro que eles têm. Eles têm a mim, que sou mãe, ao meu marido, que é pai, têm avós, tios, primos…”, contou, provocando comoção no público presente.

Com voz embargada e olhos marejados, Giovanna finalizou o discurso emocionante mandando um recado aos que menosprezam a maternidade adotiva por não ter o mesmo sangue.

“O que a sociedade precisa entender, é que a adoção é sim, sinônimo de maternidade. E que a adoção, assim como a gestação, é muito transformadora”, completou.

Ai, gente… fiquei perplexa ao ouvir essa declaração. Tem muita gente sem noção pelo mundo, socorro!

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